Aquilo que negamos é a nossa verdade. É a confirmação daquilo que somos ou queremos. Negamos mil vezes algo que nosso inconsciente deseja muito.
Se eu estiver errada, me corrijam porque, por enquanto, sou apenas uma jornalista observadora e sensível, aspirante a psicóloga.
É que, de repente, pensar sobre alguns sentimentos, me fez chegar a essa conclusão: Hoje, levanto uma bandeira sobre casamento, relacionamentos e até filhos, baseada em minhas decepções e, sem querer, esqueço da minha essência.
É isso o que acontece com todos nós!
Nos colocamos no fogo toda vez que iniciamos uma frase com “Eu nunca…”, nos machucamos comprando brigas desnecessárias, sempre passíveis de mudanças de posições.
Jamais sustentaremos a mesma ideia para sempre. Nossa negação é a afirmação do que somos. O Eu está presente em tudo o que afirmamos.
A verdade é que não olhamos nada profundamente, e nos atentamos somente ao que é superficial. Nossas verdades estão escondidas, e só são desvendadas por quem tem a sensibilidade humana apurada.
Negamos uma verdade – muitas vezes imperceptível por nós mesmos – a fim de nos defendermos contra as dores do mundo, ou de tudo o que acreditamos que vai nos machucar.
Pode ser que essa afirmação seja parte de mim, e do muito que eu sou; mas qual verdade define algo subjetivo? E qual ciência não nasceu a partir de uma percepção individual?
Se hoje eu digo que o casamento não é minha prioridade e que eu não desejo ter filhos, significa que eu tenho medo de tudo isso. O motivo? Só eu sei e, sabendo disso, devo me transformar, com ou sem ajuda, afinal, evoluir é preciso…sempre!
Se eu pudesse definir minha vida em uma palavra, neste momento, seria: “conhecimento”. Tenho ânsia de saber de tudo o que é ligado ao universo, às pessoas, ao comportamento humano tão imprevisível e surpreendente ao mesmo tempo.
Quero respostas para as injustiças, ao mesmo tempo em que compreendo as atitudes repletas de imperfeições, tão inerentes ao ser humano, o que não justifica também uma ação prejudicial e desrespeitosa.
Talvez eu seja uma das poucas pessoas malucas desse planeta que quer entender o funcionamento de algo que jamais poderá ser definido em uma única palavra, com uma exclamação no final: a vida.
A vida é composta por bilhares de outras vidas, as quais estão em consonância com inúmeras histórias, em culturas diversas e situação, muitas vezes, completamente diferentes das que já imaginamos ter visto.
Talvez, minha busca interminável pelo conhecimento seja uma maneira de eu passar meu tempo com algo que me parece palpável e, ao mesmo tempo, me faz companhia em momentos de solidão, que é exatamente quando ouso pensar filosoficamente dentro de um universo meramente racional, sem sentimentos.
Penso na arte, reflito sobre comportamentos e analiso o que vejo do mundo.
Talvez eu seja um pouco de tudo o que eu vivi, muito do que experimentei e quase nada do que eu suponho ser.
Talvez eu seja diferente do que penso ser para quem me vê. Talvez a astrologia tenha a explicação concreta para essas sugestões, por meio de mapas diversos. Talvez meus amigos me achem chata de vez em quando, presa às minhas manias e carências. Talvez eu ainda tenha muito por descobrir sobre mim mesma através dos meus próprios amigos. Talvez eu não consiga enxergar claramente o que eles podem ler sobre mim.
Talvez eu seja uma incógnita, que nem a psicologia consegue decifrar. Talvez a minha interrogação até tenha uma resposta, mas essa resposta parte de um cofre fechado a sete chaves, e este só pode ser aberto por quem conhece a senha indecifrável para um observador. Só eu posso abrir o livro secreto. Só eu sou capaz de me definir, mesmo que existam ajudas especializadas, e amigos quase irmãos. Só eu tenho a chave. E só eu serei capaz de descobrir o momento certo de abrir.
Paciência é o mantra da condição.
Perdida em meus pensamentos, senti raiva de algumas coisas que permiti acontecer em minha vida. É incrível como ficamos à mercê de emoções inigualáveis e, muitas vezes, irreconhecíveis. No entanto, o que me acalma é a certeza da experiência vivida, e a esperança da novidade a ser alcançada.
A todo momento, nos deixamos influenciar, ao passo que também influenciamos. E quanto maior é o grau de intimidade que temos com alguém, maior é a nossa capacidade de interpretarmos a alma do outro, sendo passíveis de nos machucarmos à medida em que nos envolvemos e nos surpreendemos com o que nos passa despercebido.
O difícil é controlarmos nossas emoções, tomando cuidado com nossas afirmações, porque são exatamente elas que revelam quem realmente somos. Sem querer, sempre deixamos nossas inseguranças transparecer sobre nossas condenações. Apenas para lembrar que aquilo que vemos no outro como algo que nos irrita, é o nosso próprio espelho.
Mas, para viver é preciso correr riscos, correr atrás de desafios, aprender lições de ouro, conhecer pessoas encantadoras, vencer nossos medos. Enfim, tudo partindo do princípio já mencionado: do ato de A R R I S C A R.
A proporção é a mesma: se eu penso, eu existo; quem arrisca não petisca; e quem não muda, já morreu.
De verdades e ilusões todos nós já sofremos. Mas, o mais importante é a pergunta que fica no final da dor: “O que você fez com aquilo que fizeram de você?” Pra onde você levou a sua dor? Dói no mesmo lugar?…Passou? Isso quer dizer que você MUDOU? O que mudou? Está melhor ou simplesmente diferente? O que se foi e o que realmente ficou?
Pense nisso! E acredite: as respostas são importantes só para você.
Depois de ter trabalhado por 11 horas, decidi que assistiria a qualquer filme que fosse da minha caixa de muitos que possuo de diversos estilos, e com pipoca. Aconteceu que acabei comprando lanche e coca-cola zero, que, para a minha sorte, veio com meu nome (devido à atual campanha da marca) para acompanhar o filme.
Abrindo um parêntese, em 2010, comecei a fazer terapia. Estava entrando em um quadro quase depressivo, consequência de uma decepção amorosa. No decorrer das sessões, minha psicóloga me indicou um filme chamado “Don Juan de Marco“. Ela havia me perguntado se eu conhecia a história. Disse a ela que não. Ela me pediu para assistir à versão mais atual, com o ator Johnny Depp. Na época, procurei o filme e baixei para assistir. Não consegui compreender a semelhança do personagem principal com a minha personalidade; também custei a entender a relação com a minha situação na época…se é que havia alguma relação.
E eis que, ao procurar um filme para assistir hoje, me deparo com “Don Juan de Marco”. Resolvi que veria com olhos mais maduros e dispostos a entender algumas questões psicológicas deixadas para trás, quando decidi parar o tratamento devido à minha mudança de cidade.
Me surpreendi com o que vi! Engraçado como as coisas são: nunca um livro é o mesmo quando lido uma segunda vez em outro momento de sua vida. Aconteceu o mesmo quando assisti a esse filme novamente, e, finalmente, depois de quase dois anos, consegui entender o que a terapeuta quis me dizer.
Com outros olhos, pude interpretar a personalidade sonhadora e intensa no que tange o amor, vivida pelo personagem de Johnny Depp. Ao longo da trama, quem assiste não consegue definir até que ponto os “fatos” são reais ou frutos da imaginação daquele ser tão encantador.
A verdade é desvendada ao final. Você começa a entender que aquele personagem é o psiquiatra do filme e o próprio Don Juan, o qual pode ser também qualquer telespectador.
O filme ilustra claramente minha vida. Enquanto milhares de pessoas assistiam ao fim da novela da TV Globo “Avenida Brasil“, eu assistia pela segunda vez a um filme que fez todo sentido pela primeira vez para mim: no final das contas, o ser humano tende a se descobrir sempre nas pessoas com as quais se relaciona, e cada uma delas é um espelho daquilo que projetamos. Nossa vida é composta por fragmentos de sentimentos, que nos afetam mais ou menos, de acordo com a intensidade que confiamos a eles em momentos específicos.
Quando você se entrega ao amor, o maior e mais poderoso de todos, tudo ao seu redor parece se modificar, porque tudo se transforma naquilo em que você deposita suas crenças e energia.
“Só há quatro perguntas de valor na vida: O que é sagrado? De que é feito o espírito? Pelo que vale a pena viver? E pelo que vale a pena morrer? A resposta para todas é a mesma: Somente o Amor” (Don Juan de Marco)
Depois de diversas cogitações dos profissionais do Centro Psiquiátrico, onde o personagem principal estava, sobre o fato de ele sofrer alucinações, esquizofrenia e etc, e precisar ser medicado – a contragosto do psiquiatra que o tratava – o diagnóstico de Don Juan foi o mesmo que eu tive. Descobri o que já estava óbvio para quem me conhece há anos, e já até me chamaram de sonhadora por isso: sofro de um romantismo incurável e, por isso, sou tão intensa quanto o fogo quando me descubro amando.
Hoje, posso dizer com toda a certeza desse mundo, que podemos viver vários amores, de N maneiras diferentes, e todos eles, com intensidade!
Com os medicamentos, o profissional do filme jamais conseguiria atingir as profundezas das “ilusões” de Don Juan, se envolvendo nelas com o propósito de também se desvendar internamente, já que ele estava tão envolvido na vida do paciente quanto qualquer outra pessoa que analisava tudo de fora.
A profundeza de uma alma é o lugar perfeito para se buscar respostas. São as fantasias que alimentamos que definem quem nós somos verdadeiramente.
E eu afirmo: Quem não sonha ou já não sonhou com um amor de verdade, deve atirar a primeira pedra!
“Cada mulher é um mistério a ser desvendado, mas uma mulher nada esconde do amante verdadeiro”(Don Juan de Marco)
“Já conheceu uma mulher que você vê seus futuros filhos nos olhos dela e sabe que seu coração finalmente encontrou um lar? E que sua vida começa com ela e, sem ela… certamente deve terminar? ” (Don Juan de Marco)
Se o personagem existe?… Sim! E mora em cada um de nós.
Existem inúmeros motivos que fazem com que uma pessoa não fale mais conosco. São motivos que não podemos imaginar até nos depararmos com eles.
Hoje sei que essa pessoa não está fugindo de nós simplesmente por acharmos que está, ou porque interpretamos o silêncio assim. Ela pode ter muitas razões e nos cabe apenas esperar pacientes pelo seu retorno; ou simplesmente seguirmos em frente, sem permanecermos cogitando possibilidades. A vida é o que é, e assim devemos aceitá-la. Cada coisa está onde deveria estar, e não é porque você parou de tentar que você desistiu, mas foi porque simplesmente cansou de sofrer. Existem formas melhores de se viver do que ficarmos imaginando possibilidades inexistentes. Há coisas que só o tempo pode nos responder. Então, se é assim, não há razão para procurarmos respostas imediatas. As melhores coisas da vida demoram para acontecer.
Hoje sei que a pessoa que merece o nosso amor é justamente aquela que não esperamos. Por isso, não subestime ninguém.
A possibilidade de nos ferirmos é infinita, se compararmos com a quantidade de vezes, na vida, que ferimos alguém sem perceber.
É mais fácil compreendermos os erros alheios quando passamos a olhar para os nossos próprios. Entendemos mais facilmente o outro, quando nos colocamos em seu lugar.
Aquilo que vemos é aquilo que está em nós. Nossa inferência é o outro, e é ele o nosso espelho e não a verdade. Quando entendemos tudo isso, melhoramos nossa visão geral de todas as coisas. Antes de exigirmos algo de alguém, devemos analisar o que está faltando em nós. Nossos conflitos são reflexos de nossas insatisfações internas.
Hoje sei que não é só a genética que determina o quanto engordamos, mas o peso que carregamos nas costas, além do vazio que sentimos de maneira cega, o qual suprimos com alimentos; e, dessa forma, não percebemos que esse vazio não existe.
Quanto mais fugimos de algo ou alguém, mais nos deparamos com o objeto de nossa fuga. Encarar nossos medos, nos ajudará a conquistar novos patamares na vida de uma forma geral. Impossível sermos felizes sem adquirirmos a capacidade de “olhar nos olhos”.
Hoje sei que é muito mais fácil sermos sinceros conosco mesmos do que fingirmos ser o que não somos para agradar a quem não nos merece e descobrirmos isso tudo tarde demais.
É muito melhor passarmos horas fazendo coisas das quais mais gostamos, do que desperdiçarmos nosso precioso tempo com pessoas que nos colocam para baixo.
É mais sadio valorizarmos aqueles que nos valorizam; e muito mais sábio descobrirmos maneiras de amar quem verdadeiramente nos ama.
A pessoa nos ama de verdade, quando ela está disposta a tudo por nós; nos enxerga como criaturas divinas; nos exalta quando mais precisamos e sabe o momento certo de se afastar, mesmo que tenha que se privar do nosso amor. A pessoa nos ama quando ela faz renúncias por nós, quando ela demonstra carinho e afeição, não por meio de palavras, mas de ações – as quais valem muito mais do que mil palavras. É a pessoa que sabe o momento exato de chegar e de se retirar, sem nunca pressionar.
Hoje sei que chorar não resolve problemas. O que resolve nossos problemas, é a nossa capacidade de nos reerguermos para recomeçar, pois é preciso estarmos prontos para o recomeço…sempre.
Hoje sei que é fácil nos surpreendermos positivamente com as pessoas, muito mais do que quando contabilizamos nossas decepções por esperarmos sempre demais. O que precisamos fazer para isso é mudarmos nosso foco: o que faríamos se estivéssemos em seu lugar? Somos seres humanos e diferentes! Temos mil e uma possibilidades de agir para cada situação que nos é apresentada.
Atraímos aquilo que transmitimos. Então, é impossível acreditar que possamos culpar sempre algo ou alguém por tudo aquilo que nos acontece de ruim e darmos méritos a coisas boas somente a nós próprios! Nós somos os únicos responsáveis por nossos erros e acertos. Ninguém pode assumir a culpa que pertence somente a nós, e muito menos devemos assumir a dos outros.
Hoje sei que, para descobrirmos certas verdades, é preciso termos a capacidade de nos retirar, o que significa dizer: de ficarmos sozinhos por um tempo, sem ninguém para nos cobrar de nada, ninguém para nos atormentar com bobagens que pertencem somente a ele (ou ela). Termos um momento somente para nos descobrir é um direito nosso.
Assumir um erro é totalmente o oposto de se humilhar. Você assume suas falhas e, ao mesmo tempo, multiplica suas qualidades porque cresce infinitamente em apenas alguns segundos. Ouvir críticas é o mesmo que ser beneficiado por uma dádiva divina e, por isso, nunca pode ser algo vindo do inferno. Viver é correr riscos e, se erramos, devemos aceitar as críticas a fim de evoluirmos.
Hoje sei que quando não temos nada para dizer ou quando não sabemos o que falar ou se temos dúvidas, é bem melhor calarmos nossa voz e ficarmos com o silêncio.
Somos mais pacientes quando prestamos a atenção a cada passo que damos, sem ansiarmos demais pelo que pode nunca acontecer.
O processo de seleção é algo natural, além de saudável para o ser humano. É preferível termos opções do que fazermos escolhas equivocadas. Mas, mesmo assim, nunca devemos temer o erro, porque sempre haverá uma segunda chance, desde que sejamos merecedores. “Se cair, levante-se”, essa é a regra!
Ser livre é muito mais do que ter seu espaço; é também saber respeitar o espaço do outro com maturidade.
Hoje sei que não perdemos nada em sermos honestos, porque a Vida dá e tira de acordo com o merecimento de cada um.
Quem procura, sempre acha; então, caso não queira encontrar algo, apenas esqueça de procurar. Somos aquilo que pensamos!
Chega um momento em nossas vidas em que todos nós vamos mudar porque nada permanece estático. A lógica é evoluir.
O amadurecimento não acontece no geral. Ele é gradual. Você começa por uma determinada área em sua vida: um dia você amadurece profissionalmente, em outro emocionalmente, e por aí as coisas vão fluindo.
Ou você busca essa evolução pela necessidade, ou você é empurrado por N situações, as quais são chamadas de experiências. Você também pode ser influenciado por pessoas de sua convivência a nutrir este ou aquele comportamento inconscientemente, mas tudo também será questão de escolhas, as quais só podem ser feitas por você mesmo, é o livre-arbítrio. Você só aceitará a praticidade se estiver preparado para ela e, principalmente, se tiver interiorizado a complexidade de muitas pessoas que te rodeiam e que possuem essas características. Também é possível se tornar uma pessoa prática, desenvolvendo habilidades intelectuais, seja por meio de livros, terapia ou, como já foi dito, por experiências.
Com o tempo, você percebe que ser prático e objetivo te faz chegar mais rápido ao seu destino porque você aprendeu a ter foco. Eliminar excessos, pudores e máscaras te deixa mais leve.
O desequilíbrio faz parte do processo, mas você começa a entender que esses mesmos excessos são os responsáveis por toda a sua emoção exagerada. Guardar rancores, acumular estresse e sentimentos de culpa só vão aumentar sua dificuldade de se relacionar social e profissionalmente. Agindo assim, você terá que explodir para se sentir aliviado, por isso, não há “explosões” quando se é prático. O prático sabe “pensar fora do quadrado”.
Ele é mais seguro em suas decisões, maneira de falar e até de caminhar, porque pauta seus objetivos em focos e, por isso, é conciso (ou preciso). Se faz entender sem rodeios, seleciona mais e é sábio porque sabe escutar na maioria das vezes. A observação é sua aliada e o discurso direto está sempre presente em suas conversas.
A transparência nem sempre faz parte das características de uma pessoa prática, considerando esta depender mais das condições sócio-culturais e familiares nas quais está inserida; porém, uma pessoa prática consegue entender a transparência como uma qualidade capaz de abrir muitos espaços, porque mostra que falar abertamente sobre seus pensamentos também é uma forma de se curar porque sentimentos prejudiciais não ficam acumulados causando “nó na garganta” e muito menos doenças físicas e/ou emocionais. Você fica muito mais focado do que se pode imaginar.
Com o prático e objetivo, o sangramento incessante é estancado na mesma hora, e o diagnóstico de uma enfermidade acontece quase que ao mesmo tempo. A lógica começa a fazer sentido em tomadas de decisão. O medo sempre é prevenção e nunca, obstáculo.
Não há como generalizar. Lidar com “achismos” já não faz mais parte de sua ocupação. A praticidade está diretamente relacionada com Realização, porque quem é prático faz as coisas acontecerem, sempre correndo atrás do que acredita.
Não estamos falando de perfeição, mas de objetividade, agilidade e proatividade: características muito exigidas no mercado de trabalho.
Solução de problemas, desprendimento e agilidade de pensamento (com excessões) também podem ser apontadas como características de pessoas concisas.
Seu pensamento está sempre em crescimento, e desistir não faz parte de sua rotina. Costuma pensar: “Posso até me sentir incapaz, mas nem por isso desisto tão fácil” ou “Todos temos capacidades. Nossa única limitação se chama: Mente!”.
A vida é um quebra-cabeças indecifrável. Sempre temos surpresas e devemos aprender a lidar com elas. Isso também faz parte do processo, que é longo e contínuo. Se você parar, não acompanha, porque de braços cruzados, não há como driblar os infortúnios da inconstância natural de um dia…
Parafraseando…
Resposta objetiva: Ser prático é ser objetivo, conciso e direto, “sem rodeios”. Eu não sou prática, mas desenvolvi a praticidade e estou super bem com isso. Sou uma pessoa extremamente flexível e com a mente aberta, ou seja, não sou monideísta. Uma coisa não tem nenhuma relação com a outra. Ser prática me permite alcançar mais rápido meus objetivos, porque tenho foco. Para mim, é o mesmo que ser clara, transparente e sincera.
Ser prático não tem nada a ver com ser radical. Para tudo, é preciso bom senso.
“Sentimento é emoção racionalizada”. (desconheço o autor)
“Quando as pessoas falam de forma muito elaborada e sofisticada, ou querem contar uma mentira ou querem admirar a si mesmas. Ninguém deve acreditar em tais pessoas. A fala boa é sempre clara, inteligente e compreendida por todos”.(Liev Tolstói)