Ei Você!


Ei, você! Você!!! Você mesmo.
Você que nasceu na década de 80 e 90, ou até mesmo no século 21.
Você deve ter ouvido falar de máquina de datilografar, deve ter escutado algo sobre cinema com pipoca e namoro inocente.
Você deve ter escutado algo também relacionado a passear de mãos dadas ou namoro sem beijo, ou até jornalismo sem computador… peraí! Jornalismo sem computador?! Mas, quem vive sem computador hoje???
Pois é! Eu não nasci há 40 ou 50 anos, sou da década de 80, mas vale essa reflexão:
Sentados diante do computador, podemos atravessar o universo, conhecer paraísos dos quais jamais ouviríamos falar e até mesmo os curiosos paraísos fiscais talvez fiquem mais fáceis de detectar com essas novas tecnologias, que tendem a evoluir cada vez mais.
O curioso disso tudo não é a evolução das coisas ou a praticidade que encontramos hoje em descobrir cenários antes obscuros em nossa sociedade, mas é perceber que deixamos tudo para trás e nos esquecemos, diariamente, de observar a riqueza que o passado tem; a riqueza que nossos avós e bisavós nos deixaram e a qual evitamos escutar, não nos interessamos em parar, ouvir e dialogar. Deixamos tudo para trás e, com isso, não damos o devido valor às coisas atuais. Ganhamos um celular novinho e logo jogamos fora, destruímos porque uma nova moda de telefone móvel (quem usa essa palavra?) surgiu. Olha que curioso! Hoje, vemos nossos avós dizendo que essas “facilidades” eles não tinham e tudo era mais difícil…bem mais difícil! Você…é você! Já parou pra pensar nisso?
Você tem 365 dias em um ano. Quantos dias você dedica para sentar e ouvir seus avós contarem suas histórias de vida, os fatos que marcaram e coisas que para eles podem ser interessantes e nós nem ligamos? Isso é cultura! Isso é conhecimento! Saber do nosso passado também revela muito do que somos hoje. A história faz parte do ser humano porque é cultura, é conhecimento que foi “deixado para trás”, muitas vezes, porque não se usa mais e, conhecê-lo, ensina-nos a valorizarmos o que é novo e “pra frente”, como muitos jovens dizem.
Vale lembrar também que tudo isso é sinal de respeito. É preciso respeitar, literalmente, os mais velhos, porque, apesar de possuirmos o presente e o futuro, eles possuem nosso passado e sabem de coisas que se não perguntarmos, talvez nunca saibamos.
Pensar que as coisas são bem mais fáceis hoje nos conforta, no entanto, a exigência tende a ser maior porque, qualquer trabalho malfeito é digno de críticas de alta relevância, considerando que não estamos mais no século 19 ou 20. E pra que reclamar também, se você tem recursos sobrando para crescer e aprender?
Pense nisso e reflita!

Contatos:

(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263

 

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