Nenhuma cultura é inútil


 

Hoje escrevo por causa de outro e-mail recebido, mas, desta vez, de uma amiga jornalista comentando sobre o texto que postei neste blog no último dia 7, sobre a “Manipulação Midiática”. Resolvi então falar sobre a importância de cada cultura, não de alguma especificamente, mas de todas elas.

Penso que qualquer cultura é válida, por mais inútil que pareça. Aliás, nenhuma cultura é inútil. Qualquer pessoa deveria, pelo menos, saber de tudo um pouco; de tudo o que acontece em todas as áreas da ciência e da vida; mesmo que não haja profundidade de conhecimentos, o importante é saber.

É preciso falar sobre artes sem gostar, falar sobre música sem saber tocar qualquer instrumento, falar sobre a principal manchete do dia, mesmo que ela não interfira em sua vida ou que o assunto seja uma mera fofoca da vida de algum famoso. Não importa! Nos interessa saber sempre, para que, de alguma forma, possamos argumentar e fazer ligações em nossas conversas, textos ou, até mesmo, experiências de vida.

Toda informação é válida porque ou ela nos ensinará uma lição, ou ela nos ajudará a adentrarmos numa conversa, cujo assunto não esteja tão diretamente ligado a nós.

Toda cultura é válida: desde a cultura do BBB, até a relacionada à política social, sustentabilidade e empreendedorismo.

O interessante é sempre começar pelo que desconhecemos ou pelo que menos nos atrai. Um exemplo: se você é da área de humanas, busque conhecer e/ou aprender algo de exatas, como matemática ou raciocínio lógico – não deixe chegar a época dos concursos públicos para resolver estudá-los, faça isso por si mesmo. E se você é da área de exatas, busque ler algo sobre filosofia, antropologia ou sociologia para entender melhor o ser humano. A realidade é que no final descobriremos, ainda mais, que nada sabemos realmente, porque “saber um pouco de tudo” significa “não conhecermos nada com profundidade”, mas se soubermos um pouco de tudo e juntarmos com aquilo que sabemos com profundidade, nos dará uma mistura agradável, nos proporcionando assim, momentos sociais intensos; além de nos ajudar a criar o hábito de ler sobre tudo, estudar o que antes não imaginávamos e até mesmo questionar o que antes julgávamos inquestionável.

Exercitar o outro lado do cérebro ou o lado que não usamos com frequência sempre foi um assunto muito trabalhado pela neurociência, então, por que não começarmos a mudança desde já? Existem várias maneiras de exercitar nosso cérebro.  Saiba mais, clicando aqui.

Depois de tudo, podemos até olhar pra trás e dizer: “Eu não sabia que era capaz, mas hoje eu sou”.

 

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