Tudo o que você deve saber antes das eleições


Para começar, devo explicar de onde, especificamente, tirei as ideias que se seguem: de um documentário chamado “ZeitGeist”, que na tradução do alemão para o português, ao pé da letra, seria: tempo do espírito ou, de acordo com o contexto, hora de evoluir / fantasma do tempo.

Como jornalista, profissional responsável pela propagação de ideias capazes de provocar a mudança social, me senti na obrigação de passar adiante algumas informações. Quem quiser se aprofundar depois, procure pelo documentário na internet, pois este faço questão de recomendar!

Pois bem, vivemos em uma sociedade precária e que ainda é escravocrata; que realiza trabalhos braçais, que giram em torno do dinheiro, do lucro, baseados na lei do livre-comércio (oferta e procura), o capitalismo puro. Aliás, as leis surgiram como forma de se tentar controlar um problema sobre o qual não se pode haver domínio; ao invés de procurar por uma solução aplicável. Porque, por exemplo, ao invés de criar a Lei Seca, não se desenvolve um carro com sensor para guiar o motorista que, por ventura, esteja embriagado? É simples e tecnologia nós temos para isso. Suficiente até! Mas, o que leva as autoridades a criarem leis e não soluções? O capitalismo! O dinheiro!

Somos trabalhadores escravos porque somos enganados pela Economia Mundial e pela Política, que detém o poder sobre o capital de uma nação. Para ser mais específica, o mundo é corporativo, repleto de acordos entre políticos e instituições financeiras altamente lucrativas, ou seja, as multinacionais.

Vou explicar: Para se entender melhor de Economia, é preciso saber a história do dinheiro, que por si só, é inflacionário. O dinheiro corresponde à dívida, porque ele surgiu “do nada”. Surgiu de um acordo entre o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). O Banco dos Estados Unidos, por exemplo, pediu um empréstimo de 10 milhões de dólares que, automaticamente foi concedido e fica na reserva do banco nacional. A cada empréstimo feito por alguém nos bancos, o dinheiro é reposto pelo “próprio” banco que cria mais dinheiro, ou seja, a dívida da pessoa existe só no papel e não é real.

Isso tudo acontece e quase ninguém sabe dessa realidade. A população é enganada e a culpa é do sistema monetário, do dinheiro. A moeda sempre sofrerá inflações porque nunca conseguirá pagar a dívida e, por isso, a tendência é a criação de mais dinheiro (fabricação), porque sem ele, os bancos não sobrevivem. Uma forma de “boicotar” o sistema é com o aumento da inadimplência. Os juros são  a principal arma do sistema para garantir seu lucro, e também uma forma de fazer a população de “boba”. Os termos econômicos utilizados em noticiários, por exemplo, são máscaras usadas para ocultar toda essa realidade.

Esse sistema capitalista alimenta a minoria rica e faz crescer o número de pobres, colaborando com a desigualdade social. O que alimenta o capitalismo é a concorrência, que nada mais é do que decorrência da escassez, porque é ela que dá valor a um determinado produto, gerando lucros. E a escassez é manipulada, livremente, pelos detentores do poder. Por exemplo, quando se tem elevada quantidade de diamante, ele será desvalorizado e, por isso, o preço cai; com sua escassez, acontece a supervalorização do produto e o preço sobe. Sabendo disso, empresas fazem a queima do produto ou os oculta com o intuito de supervalorizá-lo. E é aí que entra a política.

Os mais ricos não são somente os donos dos bancos, mas os empresários de grandes multinacionais, principalmente de empresas dos Estados Unidos, que continua sendo a maior potência mundial capaz de gerar lucros absurdos. Por esse motivo, o governo sobrevive de acordos com empresas de nome, da mesma forma que empresários se movem naturalmente pela política. Porque é ilusão pensar que artistas que entram para a política (conhecidos ou nem tanto), tenham realmente alguma ideia revolucionária ou porque são humildes e carentes. Eles são patrocinados e simplesmente se fazem de “loucos” ou “humildes” para se igualarem à população a fim de conquistar seu voto; lógico que não podemos generalizar. Mas, digo isso porque ninguém pode entrar para a política sem que tenha, pelo menos, alguma propriedade ou bem significativo para declarar. E o que os empresários têm? O que os donos de bancos possuem? Te garanto que o que não falta a eles é dinheiro.

A corrupção sempre fará parte do sistema monetário, porque nunca a dívida de um banco será paga, mesmo que a população quite suas contas. Mas, para quem trabalha com isso, só há lucro, pois, nos bancos, o dinheiro é criado a todo momento e, junto a ele, a dívida também; mas esta se transforma em lucro para essa minoria devido aos juros que são cobrados e aos impostos que são pagos pela população, que colabora não somente com o governo, como principalmente também com os bancos. Esses impostos que, teoricamente, deveriam ser usados para melhorar a qualidade de vida da população, são usados para o investimento em novas empresas (os empresários), em reforços militares, enfim, situações totalmente políticas e desnecessárias; como também pagamento de voos presidenciais internacionais e nacionais, que nada mais são do que feitos a partir de acordos com corporações.

Se formos levar tudo isso em consideração, chegaremos à conclusão de que as pessoas são desumanas, injustas e só pensam em si próprias; e isso se dá devido ao sistema competitivo e desleal.

No início do texto falei sobre termos condições tecnológicas suficientes para adotarmos soluções para muitos dos problemas que possuímos. Como exemplo, citei a Lei Seca e apresentei uma solução mais viável para ela. No entanto, porque então não há um investimento nessas tecnologias ou até mesmo em recursos sustentáveis, renováveis; mesmo porque a natureza está exigindo também isso? Lembra que eu falei sobre a escassez gerar lucro? Então, os recursos naturais não geram lucro para o poder, a não ser para nós. Eureca!

Se lucramos com a energia solar, eólica e até mesmo das marés (que são pouco aproveitadas), porque não investirmos nelas?

Talvez essa seja também uma forma de boicotar o sistema monetário, porque o que gera “lucro” ou economia para nós não é proporcional ao que gera lucro para as autoridades financeiras. Além do mais, estaremos colaborando com o meio ambiente e, aos poucos, o sistema, as pessoas e até o mundo (envolvendo as autoridades) vão se adequando a nós. A mudança tem que começar a partir de nós.

Quanto mais conhecermos sobre o sistema, sobre a corrupção e seu universo, mais teremos capacidade para combatê-lo, afinal de contas, tudo o que necessitamos de verdade está na natureza. Não precisamos do dinheiro para sobreviver, mas da comida, da saúde, da qualidade de vida, e tudo isso está na natureza e é de graça!

A tecnologia está aí não para substituir o homem em suas atividades, mas para servir de extensão do seu corpo para a realização de trabalhos ou atividades que, de certa forma, não exija do ser humano o raciocínio.

Você pode pensar nessas eleições como uma forma de boicotar o sistema monetário. Como? Simples! Basta pesquisar, perceber e analisar as propostas bem como o passado político de cada candidato e do seu partido. E, claro, buscar ideias parecidas com essas apresentadas nesse texto, de forma a combater a corrupção, que é tudo o que não queremos.

Posso citar um exemplo de candidato que representa essa parceria entre Política e “Dinheiro”: Dilma Roussef, que disse que o motivo de não ter comparecido no debate promovido por TVs católicas foi devido a problemas em sua agenda. Afinal, o que ela teria de tão mais importante para fazer, do que prestar um serviço que, na minha opinião, é social? Um político deveria ter como prioridade a população e não um bate-papo mesquinho no Twitter, simplesmente discarado, mostrando sarcasmo e desprezo por uma parcela significativa da população, os católicos. Porque isso? Só por causa da audiência ou por estar a frente nas pesquisas e “não precisar” mais apresentar ideias porque acredita estar com a eleição ganha? Isso, além de ignorância, é falta de respeito para com a população!

Como política, deveria ter respostas para todas as perguntas, independente de quais fossem, pois “quem não deve, não teme”. Certo?

É o sistema!

E, no único momento em que a população tem o poder em mãos, desperdiça.

O político deveria priorizar os interesses próprios ou os da população? Pensar no lucro ou no investimento em energias e recursos naturais, na Educação, Saúde e Segurança da população? Na escassez ou no excesso? Na corrupção ou na igualdade?

Vale a pena refletir sobre tudo isso e tomar uma decisão coerente, sem temer mudanças, sem temer o que é novo e, principalmente, sem pensar em “não trocar o certo pelo duvidoso”. Se acreditamos que o novo e o diferente pode ser tão bom ou melhor quanto o que está há anos fazendo a mesma coisa, porque não tentar?

É importante também saber que o governante deve servir de exemplo para uma nação e, por isso, escolaridade, nível de conhecimento e postura em situações adversas, devem ser levadas em consideração sim na hora da escolha! Quanto mais instruído o governante, melhor ele tomará uma posição e de forma sensata ainda.

Digo a vocês que ainda não defini meus candidatos, justamente por essa minha posição crítica. Por isso, acreditem em minha imparcialidade. A única certeza que tenho, até o momento, é em relação a quem não vou votar.

O que dizer, então, do Bolsa Família? A resposta virá em forma de pergunta: Quem consegue sobreviver com menos de um salário mínimo, hoje em dia?

O investimento ideal seria em Educação, em longo prazo; mas os políticos temem a inteligência e admiram a ignorância da população, por isso a Educação é deficitária. Em curto prazo, talvez os cursos profissionalizantes, e até mesmo a padronização da educação particular nas escolas públicas seja uma ideia boa, afinal, a educação é a base de tudo, e vejo que, nessas eleições, pouco está sendo falado sobre Educação.

Já que o sistema é monetário ou precário (como queiram definir), porque então não pensar no melhor canddidato para gerir o valor dos impostos que são debitados de seu salário?

Pense nisso com carinho!

Michelly Ribeiro

“Dicas para a transformação social:

*** Exponha a fraude bancária: Citibank, JP Morgan Chase e Bank of America são os mais poderosos controladores dentro do sistema corrupto da Reserva Federal – se tem conta bancária, trabalha nesses bancos ou tem qualquer relação com eles, se afaste;
*** Visite as agências independentes de notícias na internet para se informar. CNN, NBC, ABC, Fox e todos os outros exibem todas as notícias pré-filtradas para manter o “status quo”;
*** Nunca permita que você, sua família ou ninguém que você conheça se aliste no exército. Ele é uma instituição obsoleta agora usada exclusivamente para manter o establishment e não é mais relevante. Soldados americanos no Iraque, por exemplo, trabalham para as corporações americanas e não para o povo;
*** Pare de sustentar as companhias de energia. Se você vive em uma casa, saia da malha. Investigue meios de tornar o seu lar auto-sustentável com energia limpa (…) Se você dirige, tenha o menor carro que puder e considere uma das muitas novas tecnologias que podem tornar o seu carro um híbrido, elétrico ou que façam-no funcionar com outras formas que não os do establishment.
*** Rejeite o sistema político. A ilusão da democracia é um insulto à nossa inteligência. Em um sistema monetário, não há verdadeira democracia e nunca houve. Há dois partidos políticos controlados pelo mesmo grupo, de lobistas corporativos que são colocados nas suas posições pelas corporações, com popularidade criada pela mídia delas. Em um sistema de corrupção herdada, mudar a equipe a cada quatro anos é quase irrelevante. Em vez de fingir que o jogo político faz algum sentido, foque sua energia em como transcender esse sistema falido”.

(trecho retirado do documentário “ZeitGeist”)

 

“Entender é transformar o que há”.

Ouça esse texto, clicando aqui.

Uma ideia interessante e renovável: Carros na tomada.

Contatos:
(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263 / (12) 8195-2908

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