“Guaratinguetá ontem e hoje” – uma obra de Thereza e Tom Maia


Ontem estive com a historiadora mais conhecida de minha cidade, Thereza Maia. Gravei uma entrevista com ela sobre seu mais novo lançamento: “Guaratinguetá ontem e hoje”, um livro completo sobre os assuntos mais procurados por estudantes e pesquisadores.

Ela foi uma pessoa extremamente gentil e simpática, que me recebeu em sua casa e me mostrou o seu imenso amor pelo que faz. Descobri nela algo em comum comigo: o carinho pela história sobre nossa cultura.

Ela escreveu mais de 50 livros sobre a memória nacional, sendo dois de Portugal.

Conversando com ela, pude entender um pouco de sua vontade: expor para o mundo tudo o que sabe. Ela não gosta de guardar nada somente para si. Ela tem que compartilhar. E isso é o que existe de mais maravilhoso no ser humano e não vejo problemas em falar bem do que deve ser elogiado.

Uma pessoa simples, apaixonada pela vida – seu sorriso demonstra isso – e que nasceu recheada de lembranças, as quais, certamente, fizeram com que sua queda pela profissão de historiadora fosse aflorada.

Mora ao lado da casa que foi de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro que, inclusive, é seu parente. Ela é da sexta geração do santo.

Não precisa dizer mais nada que a História está na veia dessa mulher.

Acredito que ela, como todos os pesquisadores e historiadores, tem um papel muito importante para o resgate da história cultural regional. E essas pessoas devem ser valorizadas, seja pelos órgãos públicos, que na maioria das vezes julgam desnecessário ou inútil investir nisso, seja pela população em si, que ignora a importância de se conhecer seu passado a fim de fazer vingar seu próprio futuro. O passado nos ensina muito sobre tudo o que somos hoje.

Como ela mesma afirmou no final de nossa conversa: “…porque a cidade que não possui registros de sua história, não existe”.

Aproveitei o momento para presenteá-la com meu livro. Segue abaixo o registro desse momento:

 

Momento da troca dos livros

Thereza Maia: uma mulher que soube aproveitar as oportunidades da vida, também acreditando que nada acontece por acaso. Os trabalhos que foram surgindo, patrocinados ou não, se devem ao seu talento que foi motivado por oportunidades, que acredito eu, aparecem para  quem sabe realmente como aproveitar. daí, temos o livre-arbítrio para aceitá-las ou não. Ela aceitou.

Os detalhes desta entrevista você confere no Portal IGuará. Clique aqui.

Para mais informações sobre o meu livro, clique aqui.

Contatos:
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