Recortes sobre o amor…


SOBRE O AMOR
“O amor não é simplesmente uma questão de sentimento. O amar bem exige prática, como em qualquer arte, isto é, disciplina, paciência e persistência”.
“A necessidade de aplicar-se na arte de amar, tem sido ignorada, ou reconhecida como secundária”.
“O amor é lindo, mas quando se inicia uma relação, demora algum tempo para que ele nos dê paz”.
“O amor nos proporciona excitação, paixão, descobertas, milhões de coisas lindas, mas a paz só vem depois que superamos os medos que o amor traz”.
“Pena que nós não tenhamos aprendido a dar valor ao fato de estarmos ao lado de quem amamos…O que geralmente predomina são nossos planos e nossos receios”.
“Hoje sei que o amor não dá escritura definitiva e que querer eternizá-lo é a melhor maneira de perdê-lo”.
“No amor e na intimidade não há lugar para a exploração. Há uma velha expressão que recomenda: use as coisas, ame as pessoas. É assustador como muitos indivíduos fazem justamente o contrário”.
“Afastar-se de um amor, ainda que por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver”.
“Precisamos descobrir na pessoa amada o que não se tem de próprio”.
“O amor nos traz a secreta certeza de que a vida é um aprendizado, por isso, inacabada, provisória, incerta”.
“O amor conecta o trivial e o superior, integra o imanente e o transcendente, eleva o materialista e erotiza o inocente”. (autor desconhecido).


Quem ama Perdoa
:: Rosana Braga ::

Todos nós, quando estamos apaixonados, tendemos a acreditar que a pessoa amada é perfeita, que ela jamais seria capaz de fazer algo sem que soubéssemos e que pudesse nos magoar. Mas isso não é verdade por um único e óbvio motivo: somos seres em evolução e todos, absolutamente todos nós, erramos e magoamos aqueles que mais amamos…

E isso me faz lembrar de uma frase citada no filme Proposta Indecente:
Pensei que fôssemos invencíveis.
Mas se ficamos juntos,
não é porque esquecemos
o que fizemos um ao outro,
e sim porque perdoamos!

Creio que essa seja uma das maneiras de perdoar! Esquecer é impossível, mas perdoar faz parte do amor que sentimos por uma pessoa e, acima de tudo, por nós mesmos. Sendo assim, podemos chegar a duas conclusões distintas:
– ou que merecemos nos dar mais uma chance porque conseguimos superar um acontecimento desagradável e continuar a relação em nome do amor;
– ou que o melhor é terminar o relacionamento e recomeçar a vida de uma outra forma, pois não nos sentimos em condições de levar adiante algo que já não faz feliz mais ninguém…

Ou seja, perdoar não significa necessariamente continuar juntos, mas significa que o amor pode transcender a raiva e o orgulho e dissolver a incompreensão. Como se conseguíssemos nos tornar maiores e mais fortes diante da sensação de termos feito a nossa parte, diante da certeza de que demos o nosso melhor e tentamos tudo o que podíamos para nos fazer felizes.

Muitas vezes, o relacionamento acaba, mas o amor continua pulsando forte. Outras vezes, o amor sucumbe e vai se tornando menor que o desejo de juntar os pedaços, de colar os cacos do que sobrou… E outras vezes, ainda, é preciso morrer para renascer!

Enfim, a vida é feita de ciclos e o Universo é perfeito. Tudo está em seu devido lugar e acontece exatamente como tem de acontecer. Precisamos apenas aprender a aceitar, a receber e absorver a sabedoria divina, por mais difícil que seja – e realmente é. Mas o tempo, o amor e o perdão possibilitam a superação da dor.

Como diz a música de Toquinho (Aquarela):
O futuro é uma astronave que tentamos pilotar.
Não tem tempo, nem idade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença, muda a nossa vida e depois convida a rir ou chorar…

E por acreditar nisso, descubro a cada dia o quanto vale a pena acreditar no amor, o quanto podemos ser mais e melhores ao investirmos em nossa capacidade de entender as limitações do outro, de compreender as dificuldades e os deslizes da pessoa amada, mesmo que já não faça sentido continuar com ela… porque todos nós temos limitações, dificuldades e cometemos erros.

E porque aprendi, certa vez, que todos nós, por mais equivocados que estejamos, sempre tomamos atitudes baseados numa intenção positiva: a de sermos felizes. E o que mais podemos desejar para a pessoa que amamos, senão que ela seja muito feliz?!

Obviamente, desejamos também que as atitudes dela e as nossas sejam dignas, mas sabemos que nem sempre conseguimos e, assim, caminhamos todos em busca da evolução e do amor, precisando perdoar uns aos outros!

O que é o amor?

Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

 

As crianças são sábias… vamos aprender juntos???

Respostas:

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos” – Mathew, 6 anos

“Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite” – Rebecca, 8 anos

“Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras” – Lauren, 4 anos

“Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo” – Tommy, 6 anos

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente” – Billy, 4 anos

“Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela” – Chrissy, 6 anos

“Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele” – Danny, 6 anos

“Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta” – Bobby, 5 anos

“Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. – Nikka 6 anos.

“Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda” – Samantha , 7 anos

“Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois” – Jenny, 4 anos

“Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford” – Chris, 8 anos

“Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo” – Cindy, 8 anos

“Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo” – Jessica, 8 anos

“Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não” – Patty, 8 anos

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro” – Mary Ann, 4 anos

“Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor” – Max, 5 anos”.

 

Para que você possa viver o amor não é preciso procurar muito, ele está nas pequenas coisas…
Apenas ame como criança, e será muito feliz.

“Amar é torna-se vulnerável àqueles que se ama, perder a nossa independência, abdicar ao egoísmo”
Autor: (L. Evely)

“O amor não tem plural.”
Autor:(Ludwig Feuerback)
“Amar alguém é ser o único a ver um milagre invisível aos outros.”
Autor: (Mauriac)

“Amar é admirar com o coração. Admirar é amar com o cérebro.”
Autor: (Theophile Gautier)

“O amor é o nosso estado natural quando não optamos pela dor, pelo medo ou pela culpa.”
Autor: (Willis Harman e Howard Rheingold)

“Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.”
Autor: (Vladimir Maiakovski)

“O amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu.”
Autor: (Michelangelo)

“Amar se aprende amando”
Autor: (Carlos Drummond de Andrade)

“O amor é um crime que não se pode realizar sem cúmplice.”
Autor:(Charles Baudelaire)

“O primeiro amor é um pouco de loucura e muita curiosidade.”
Autor: (George Bernard Shaw)

Amor verdadeiro dura uma vida inteira, diz estudo

RIO – Cientistas americanos usaram tomografias para estudar quanto tempo dura o amor de um casal. Os pesquisadores da Universidade Stony Brook, em Nova York, constaram que o amor verdadeiro pode durar uma vida.

Eles observaram que um pequeno número de casais mantém o mesmo sentimento depois de 20 anos juntos enquanto a maior parte das pessoas só experimenta esta sensação no início do romance, diz uma reportagem do jornal britânico “Sunday Times”.

Os pesquisadores examinaram o cérebro de casais juntos há 20 anos e de namorados recentes. Na comparação dos resultados, eles observaram que 10% dos casais maduros manifestavam a mesma reação química que os apaixonados recentes ao ver a foto de seu amor.

Estudos anteriores mostravam que o estágio inicial do amor romântico dura 15 meses e depois de dez anos o romance se foi completamente.

“Os resultados vão contra a visão tradicional do romance – de que cai vertiginosamente na primeira década – mas nós temos certeza de que é real”, diz o psicólogo Arthur Aron ao Sunday Times.

(matéria publicada no jornal O Globo do dia 04-01-2009)

Estudiosos afirmam: amor dura no máximo 4 anos

Publicado em 19-02-2008 no site: http://www.mdig.com.br

Georgina Montemayor Flores, da Faculdade de Medicina da Unam, a maior universidade da América Latina, destacou que deve se estabelecer uma distinção entre o amor e o afeto ou a atração sexual, porque a paixão ativa substâncias químicas no cérebro que ocupam todos os neurônios que estimulam a pessoa a pensar somente no ser amado. É como se fosse um estado de demência temporal.

Montemayor, que dirige um grupo de pesquisa sobre o assunto, explicou que quando um indivíduo se apaixona “são acionadas as zonas que controlam emoções, como o tálamo, o hipotálamo, o hipocampo, e as partes do sistema límbico”.

No entanto, para decepção de muitos, este estado físico químico também acaba, assegurou a especialista.

– “Costuma durar no máximo quatro anos ou até que apareça outra pessoa para despertar uma paixão ainda maior. A única coisa que permanece, e quando permanece, é o afeto entre os pares depois deste tempo”, afirmou.

– “Na medida em que pensa recorrentemente na mesma pessoa, a condição psicológica do apaixonado pode ser comparável ‘com um estado obsessivo compulsivo’, sustentou e categoricamente concluiu. “… assim só se pode estar apaixonado por uma pessoa ao mesmo tempo diferentemente do afeto e do desejo sexual”.

No seu início o amor chega a ser uma obsessão com tal dimensão que as pessoas deixam de ser produtivas. Isso explicaria o fato de que as grandes obras de arte nunca foram criadas quando seus autores estavam apaixonados, senão que depois, no processo do desamor.

A especialista em anatomia disse que as pessoas entram e saem desse estado de paixão porque o cérebro não poderia resistir tanto desgaste e se mantivesse assim constantemente deixaria a pessoa louca.

A sua vez, advertiu que o amor romântico é tão forte como a vontade de comer ou ter sede, pode ser controlado nas primeiras etapas, mas uma vez ativado é impossível detê-lo imediatamente.

Já no desapego o cérebro aumentaria os níveis de oxitocina, o hormônio do afeto, incompatível com o da paixão, que se converte no carinho familiar.

Para a especialista o amor tem um preço. Perda de liberdade e dependência de outra pessoa, por isso, se deve recordar que o desamor libera.

Contatos:
(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263 / (12) 8195-2908

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