Homenagem à Mulher do século XXI


Uma pessoa que possui dias de risos e momentos de lágrimas. .. Deus, quando fez o Homem e a Mulher, queria que um soubesse como reconhecer o que faltava no outro, e assim, pudesse, de alguma forma, viver harmoniosamente.

Nós sabemos que não foi exatamente isso o que aconteceu com a nossa história. A mulher sempre foi mais sentimental, mais sensível; o homem, sempre mais hábil em lidar com a razão, pensando mais no momento do que na preciosidade de um relacionamento. A mulher sempre sonhou mais e, por isso, durante muito tempo, se sujeitou aos caprichos masculinos.

Hoje em dia, os papéis se inverteram. As mulheres começam a mostrar que têm valor, que sabem chegar, dominar, comandar. Hoje, temos uma presidente da República, temos mulheres chefes; mulheres que são mães, trabalhadoras, que lutam pelos seus sonhos, pela conquista de um amor, mas são bem mais independentes do que antes.

As mulheres, hoje, possuem a garra dos homens de antes, como se tivesse sido um juramento que fizeram pela liberdade: não mais sofrer, não mais chorar, apenas sorrir e se realizar constantemente.

Infelizmente, o sexismo é algo que ainda existe muito no mundo, e isso parte tanto do homem quanto da mulher. Um e outro lutam por defender sua “espécie”. Se defendem como melhores, quando na verdade deveriam se ajudar, afinal, estamos aqui para evoluir a cada segundo, a cada nova surpresa, a cada nova descoberta.

E o que dizer sobre as mulheres e para elas, em uma data como essa?

Para quem não sabe, no Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

No Brasil,  o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher. Nesta data, foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

É importante lembrar que refletir essa data é mais do que prestigiar as mulheres, mas compreender seu valor na sociedade. A melhor imagem que se tem de uma mulher é a da maternidade. Por esse motivo, a biologia pode explicar (e porque Freud também não?) o sentimentalismo da mulher. No entanto, a mulher conseguiu mudar valores antes tidos como conservadores. O sexo, por exemplo, já não é mais visto como essencialmente e exclusivamente para a reprodução. Hoje, apesar de tarde, sabe-se que o sexo também pode ser algo que proporciona tanto prazer para a mulher quanto para o homem.

Porém, sabemos que algumas peculiaridades são exclusivas do gênero feminino:

Uma mulher sabe como tirar um homem do sério;

quando uma mulher toma uma decisão, não há quem seja capaz de fazê-la mudar de ideia.

Uma mulher sabe o que quer e atinge seus objetivos,  independente do tempo que demore.

Uma mulher consegue driblar situações adversas em favor daquilo que acredita, seja para sobreviver ou para ser feliz.

Uma mulher sabe ser única e utiliza de armas próprias para conseguir tudo o que quiser. Sabe usar do seu charme e do jogo de sedução para crescer em todos os aspectos da vida.

Mas, mais do que charme e sedução, a mulher possui a inteligência como diferencial capaz de fazê-la destaque.

A mulher é um diamante precioso na Terra, que o homem deve descobrir e cuidar com toda a atenção possível a fim de que não seja roubada por quem saiba como valorizá-lo.

Mulheres: Jamais se deixem dominar, jamais se percam no abismo da loucura pelo simples fato de não serem “impotantes” para alguém. Saiba se importar consigo mesma em primeiro lugar.

Em conversa entre amigas, pude perceber o quanto as histórias se repetem. Sempre somos vítimas dos homens no que se refere ao campo sentimental. Sempre eles são os vilões da história porque sempre pecam por nos fazerem sofrer. Mas, e se buscarmos um outro ponto de vista? A auto-valorização! E se buscarmos nossa felicidade dentro de nós próprios sem nos prendermos ou nos render aos braços de quem não conhecemos.

Sabemos que quando existe uma entrega física, também existe uma entrega emocional. Sabemos que as mulheres são mais frágeis e, por tudo isso, deveríamos nos conscientizar do importante papel de nos valorizarmos, nos protegermos do que, certamente, é o nosso ponto mais fraco: o coração. E então, pararmos para perceber as pequenas surpresas do nosso dia a dia e lá estará alguém especial. Alguém que não se encontra em bares e muito menos em baladas. O amor simplesmente acontece. Os homens não são iguais ou todos iguais, nós é que procuramos nos lugares errados ou olhamos para eles de forma errada, e vice-versa. O fracasso não está na pessoa, mas na maneira com a qual olhamos para ela. As pessoas se comunicam por meio da linguagem corporal. Cabe a nós buscarmos ser um mestre nesse tipo de comunicação e buscarmos conhecer as pessoas antes de, simplesmente, nos envolvermos com elas.

O conhecimento é o fator essencial da felicidade.

As mulheres são as únicas que conhecem a dor de serem trocadas por outras mulheres, de serem subestimadas quando guardam dentro de si um enorme potencial. As mulheres sabem o que é sofrer a perda de um filho, possui a empatia que a torna especial. Muitas, por possuírem demasiado amor, acabam se destruindo emocionalmente, outras, pela experiência já ter-lhes ditado as regras, não mais sofrem como antigamente; já sabem se impor e não cometem mais sacrifícios nem inocentes e nem corrosivos em prol de quem elas julgam amar incondicionalmente. A experiência lhes mostra o quão importante é se valorizarem e que não vale a pena correr atrás de quem não as merece.

A experiência é importante, mas nem por isso as impede de vivenciar novas experiências que as proporciona outros tipos de dor.

As mulheres vivem com mais iniciativa e não se oprimem por não atingirem um determinado objetivo…hoje, elas se vingam e entendem que “a fila sempre anda”, mas, isso ainda não significa que elas desistiram do amor. Sem pudores, a mulher hoje sabe como viver verdadeiramente bem a vida…

Homens, apenas tenho uma coisa a lhes dizer: não procure por uma mulher perfeita, porque a imperfeição é o que as torna especiais.

Hoje, em meio a tantas mensagens especiais por causa desta data comemorativa, recebi essa mensagem por e-mail. O texto é da jornalista e escritora, Martha Medeiros e vale a pena conferir:

Miss Imperfeita por Martha Medeiros – Jornalista e escritora
(Texto na Revista do Jornal O Globo) 

‘Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado,  decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer

 

NÃO. 

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer

 

NÃO. Culpa por nada, aliás. 

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar. (tô fora…)

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem..

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que

 

ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. 

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante’

 

A mulher, aos poucos, aprende com os homens, agora, os homens também devem aprender a agir como as mulheres. Essa é apenas uma pequena homenagem àquelas que são simbolizadas por divindades; que são poderosas por exalarem o perfume do amor, por encantarem com sua beleza e conhecimento….às minhas amigas, mãe e a todas as mulheres do mundo!

“Atrás de um grande homem, sempre há uma grande mulher”. (desconheço o autor)

Contatos:
(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263 / (12) 8195-2908

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