Situação: “disponível para o mercado”


Estar nesta situação significa passar por um período de férias por tempo indeterminado. Costumo dizer isso porque é uma época em que se pode aproveitar para fazer tudo o que não se podia fazer por falta de tempo enquanto se esteve empregado. Por exemplo: malhar, rever amigos, fazer contatos, sair, viajar, ir ao cinema, alugar uma locadora de filmes inteira, colocar a leitura dos livros pendentes em dia, entre outras coisas disponíveis para todos os gostos e de acordo com o dinheiro disponível do salário-desemprego.

É tempo, principalmente, de consertar defasagens do conhecimento específico de sua área, fazendo cursos que aperfeiçoem seus conhecimentos. Você terá tempo de sobra para isso, porque preencher espaços vazios no tempo que você tem disponível não te leva à loucura, ao estresse emocional.

É importante também conhecer lugares e culturas diferentes de tudo o que você já viu; ir ao cinema de vez em quando, afinal, ficar só em casa assistindo a filmes te faz engordar e não te permite respirar o ar social que pode até te levar a conhecer seu futuro chefe ou colega de trabalho. Seguindo o princípio do “nada é por acaso”, faz-se necessário também criar as oportunidades, lembrando sempre do que dizia Lair Ribeiro: “Sucesso é quando preparação encontra oportunidade”. Por isso, esteja preparado sempre!

Procure sair de casa sempre que puder para que você não tenda a abrir a geladeira a cada meia hora e os resultados disso não sejam tão agradáveis…

Assista jornais – todos, se possível – para se manter informado de tudo o que acontece diariamente no Brasil e no mundo. Você tem tempo de sobra para isso também. Geralmente, as empresas valorizam os conhecimentos da atualidade na hora de contratar, independente da profissão. Mas, não pense nisso. Procure não pensar em arranjar um emprego logo. Não tenha pressa, porque as coisas tendem a acontecer quando você, realmente, estiver preparado. Tenha em mente apenas que você está fazendo a sua parte, e simplesmente faça o que estiver ao seu alcance, sem jamais desanimar. A dica é procurar fazer o que gosta e trabalhar também o que não gosta, porém, sem pressões, para que a atividade não se torne enfadonha.

De vez em quando, durma até tarde, mas lá vai uma dica de Roberto Shinyashiki no livro “Você: a alma do negócio”, um dos que já li: acostume-se a estar empregado. Pense que você ainda vive a rotina que vivia antes de ficar desempregado e, pelo menos, tente acordar no mesmo horário ou próximo disso. Isso te levará ao que deseja. Tem um pouco de “lei da atração” nisso, aliás, todos nós atraímos o que pensamos porque o pensamento tem poder. Por isso, pensar positivo sempre também te ajudará.

Sorria sempre que puder. O sorriso libera endorfina, o hormônio do prazer, e te faz sentir muito bem em qualquer situação.

Seja simples. Sugiro até um trabalho voluntário, mas com um adendo: se for realizar esse tipo de trabalho, simplesmente, faça porque quer e não porque tem tempo de sobra. De preferência, faça o que gosta de fazer, de acordo com o que sabe e veja também as necessidades dos assistidos, procurando cooperar. Existe uma frase muito bonita que vale a pena conferir: Ser voluntário não é ajudar nas horas disponíveis, mas ajustar a ajuda nas horas do seu dia. Na verdade, não me lembro da frase exata, mas ela quer dizer exatamente isso e vale a reflexão, principalmente, para quem nunca prestou esse tipo de serviço e que um dia pretende começar. Aproveite a oportunidade de “disponível para o mercado” para começar. Quem sabe você se interessa?

É um momento de se cuidar, colocar sua saúde em dia, apesar de ser algo meio chato de se fazer. Esperas e mais esperas entre uma consulta e outra; exames e mais exames. Uma tortura só! Mas, faz parte também. Uma opção.

Enfim, tudo isso são atividades que valem a pena serem colocadas em prática em momentos de total conforto, até aparecerem os processos seletivos. E isso acontecerá naturalmente. Muitos vão te levar à decepção (por isso, não espere muito de nada), outros vão te levar ao tão sonhado emprego ou até ao “quase isso”; mas, é questão de tempo. Estar “disponível para o mercado” é um exercício de paciência constante, um momento de se interiorizar para aprender um pouco mais sobre você mesmo. Enquanto estiver nessa situação, simplesmente, esqueça, porque só assim as coisas acontecerão para você.

Só para você lembrar: para que os processos seletivos aconteçam, é importante que você também corra atrás e envie curriculuns. Faça isso entre uma atividade e outra mencionada nesse texto.

Boa sorte!

P.S.: Experiência própria!


Contatos:
(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263 / (12) 8195-2908

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