O Caos Noturno de São Paulo


São seis da manhã, ainda está escuro e ainda há resquícios da noite anterior na cidade de São Paulo. A bebida e as drogas são usadas como se fossem água de matar a sede e pão que acaba com a fome no café da manhã.

Tudo me faz acreditar que a madrugada foi alucinante para essas pessoas, e que a diversão não terá hora para acabar. O que sinto, ao passar por essas ruas, é temor. Não sei o que esperar das esquinas e dos sinais de pedestre que me pedem para parar por alguns minuto que parecem uma eternidade.

Não consigo visualizar uma única viatura da polícia; não sei se pelo medo que me cega pela escuridão em alguns trechos, ou se porque, realmente, não existe a segurança que deveria ser proporcionada por esses homens.

As ruas cheiram substâncias que o corpo humano expele por não ter utilidade. O lixo é uma constante a cada passo que dou, e, durante a tarde, ele certamente ficará exposto ou em sacos de lixo esperando pelo gari que passa durante a noite.

Percebo que a vida noturna transforma o ser humano em animal, principalmente, quando não há a fiscalização ideal e esperada em uma grande cidade.

Os marginais aproveitam a imprudência de alguns inocentes negligentes, e quem mais sofre com tudo isso são os trabalhadores que amanhecem em meio ao caos.

Dentro do ônibus, quando a vida parece estar preservada e sem riscos, ocorre um assalto.

O dia nasce e eu estou dentro do ônibus, quase chegando ao meu destino. Um novo dia começa e eu rezo para que ele também termine bem.

Depois de uma hora, eu chego. O trânsito?…bem, o trânsito é outra situação caótica existente na “Terra da Garoa”, mesmo com a exceção dos finais de semana.

Mas, esse assunto fica para outra hora. Agora, vou trabalhar…

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