Conto de amor



“Assim que se olharam, amaram-se; assim que se amaram, suspiraram; assim que suspiraram, perguntaram-se um ao outro o motivo; assim que descobriram o motivo, procuraram o remédio.” (William Shakespeare)

Eles se conhecem, fazem perguntas e se encantam um com o outro.

Com o tempo, ela percebe que possuem muito em comum e apresenta essa observação para ele, que concorda de imediato.

Ele demonstra interesse, apesar da timidez. Mas, esse interesse passa despercebido por ela que se sente muito bem com a amizade despretensiosa e tão única.

Eles trocam mensagens quase todos os dias para falarem coisas importantes e coisas “bobas”. O encantamento começa.

Ninguém parou para pensar em algo além de uma amizade. Depois de alguns meses de conversa, distância e presença, encontros e reencontros, saídas com amigos e conversas; ela percebe que existe um sentimento dentro de si querendo brotar e ela acredita ser recíproco, pois sente segurança e não existe medo de perder.

Ela sabe que se nada além dessa atenção acontecer, existe a certeza da amizade eterna.

Ela então não hesita e fala o que sente. Ele diz que não pensou sobre tudo aquilo que passa pela cabeça dela.

Ela então resolve se calar e esperar o tempo resolver – fazê-la esquecer desse amor que nem começou ou simplesmente desapegar-se.

A distância que uma viagem provocou a fez refletir, e só então ela tomou a decisão de não esperar pelo que, aparentemente, é incerto. Ela simplesmente praticou o desapego e se deixou levar pelos acontecimentos do momento. Não pensou mais no ontem e nem se permitiu sonhar com seus desejos.

Dias após essa decisão, ela se surpreende. Ele volta, entra em contato e as comunicações recomeçam. Ela esperou, foi paciente, não se precipitou e o vento trouxe de volta sua paixão.

Seus sonhos despertaram quase sem que ela percebesse. Ela não sofreu nem chorou, ela está calma em relação a tudo. A experiência de sua vida a fez aprender que tudo está em seu devido lugar. Ela aprendeu a sonhar com o que é possível e hoje vive um dia de cada vez, sem ansiar por algo de quem não tem aquilo para oferecer.

A vida a ensinou a caminhar com os pés no chão, sem se envolver demais, mas na mesma proporção do outro.

Agora, ela está esperando o vento a levar para a direção que for. Ela sabe que para onde ele a guiar, ela vai ficar bem, porque o amor é isso: paciência, calma, presença; e não ilusão.

Hoje, ela vive sem esperar e espera para viver.

“…Às vezes o amor está ali
Você nem tá sabendo
O amor tem formas, formas, aromas,
Vozes, causas, sintomas
O amor…”

Fique atento, porque o amor sempre pode estar ao seu lado!

Contatos:
(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263 / (12) 8195-2908
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