Resgate a sua criança!



A vocação é a inclinação para uma actividade profissional ou artística definida. A psicologia actual admite uma verdadeira «predestinação» na escolha de um ofício em certos indivíduos. (…) No entanto, esta vocação real pode ser desconhecida ou simplesmente irrealizável. Pode, então, criar perturbações psicológicas, devidas à insatisfação das aspirações profundas do sujeito. Não se pode chamar verdadeiramente vocação senão à do sujeito/ senão à orientação que concilia os desejos conscientes e inconscientes do sujeito e das suas aptidões, o seu potencial. As crises de vocação da adolescência não correspondem sempre a uma tal necessidade interior, mas sim, muitas vezes, a um entusiasmo passageiro por uma vedeta ou herói.

(Definição retirada e adaptada do Dicionário de Psicologia)

A vocação de todas as pessoas começa a se desenvolver na infância, logo nos primeiros anos de vida. A criança, ao brincar, descobre suas aptidões, desenvolve sua criatividade e raciocínio. Por isso, é importante deixá-la livre para se sujar, organizar sua bagunça da maneira como acredita ser a ideal, inventar histórias, criar amigos imaginários e acreditar em fantasias.

É preciso deixar a criança viver em seu próprio mundo, e assim, despertar em seu verdadeiro universo.

Cada ser humano tem um potencial característico e que, na infância, é determinante para escrever seu futuro. Uma criança já sabe exatamente o que quer ser quando crescer, basta observar suas brincadeiras, suas atitudes, sua maneira de pensar.

Me lembro muito bem que, quando criança, costumava brincar de bonecas – como toda menina – mas, na maioria das vezes, brincava sozinha e, por isso, desenvolvi muito minha criatividade. Inventava inúmeras histórias, principalmente de conto de fadas (sempre fui sonhadora, para quem me denominou assim uma vez). Adorava brincar de ser locutora de rádio. Pegava o rádio da minha mãe, ligava o microfone e colocava inúmeras fitas para gravar minha voz, fingia que conversava com ouvintes e assim, desenvolvia um programa de horas. Isso tudo, fazendo descobertas sozinha – sempre fuçando nas coisas para saber como melhor utilizá-las.

Depois, fingia apresentar programas de auditório, sempre com várias situações diferentes. Adorava fingir que dava aulas. Tinha uma grande lousa no quintal de casa, onde eu dava aulas imaginárias quase todos os dias e com horários marcados. Eu tinha até um nome para minha escola. Com o tempo, fazia de minha irmã mais nova, minha aluna.

Sempre quando tocava uma música, adorava dançar, desde muito cedo. E, para não fugir da astrologia, sempre gostei de ser o centro das atenções.

Hoje, percebi que quase tudo se tornou real em minha vida: sou jornalista. Trabalhei em rádio como apresentadora-redatora-repórter, como produtora de telejornalismo e assessora de imprensa/comunicação. Comecei dançando de verdade em 2001 (ritmos) e depois passei a dançar dança de salão em 2007. Desde 2001 que não paro mais.

Adoro escrever. Já escrevi um livro – que ainda não foi publicado, mas que está editado. E dou aulas de inglês e sempre que necessário, leciono português.

A psicologia talvez possa explicar essa relação. Mas, insisto em afirmar que a criança está mais ligada à realidade do que nós adultos e, por isso, ela é capaz de sentir as coisas como elas realmente são.

Elas são mais desligadas do plano material e entendem com perfeição seus reais desejos, dos que não são verdadeiros, mesmo que não seja algo consciente. Elas sabem exatamente o que querem e percebemos isso quando fazem birras.

Ao longo de nossas vidas, podemos traçar outros caminhos que, muitas vezes, não condizem com o que realmente queremos, seja por falta de condições ou por necessidade de trilharmos outros caminhos, mas nossa essência sempre será a das brincadeiras de criança, quando éramos puros e “livres” para criar.

Por isso, é importante voltarmos no tempo e pensarmos no que éramos e no que somos hoje, no que construímos para nós e no que realmente queremos. A resposta sempre estará em nosso passado…em nosso coração.

Nossa história revela quem somos de verdade.

Os factores que influem na vocação profissional vão desde os mais irrenunciáveis, como a idade ou classe social a que pertence, até aos mais exteriores, que determinam as nossas inclinações pessoais fora do nosso domínio: o mercado de trabalho, a evolução social e os meios de comunicação da comunidade. E a criança/jovem mais do que ninguém, vai assumindo, tornando seus, cada um destes factores, inclusive aqueles que se contradizem entre si, desembocando por vezes na desorientação total, que se exprime simplesmente pelo medo de decidir.

(trecho retirado do site http://caminhandopsicologia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1029253413)

Pais: prestem atenção às suas crianças e incentivem seus dons a se desenvolverem.
O dom é mais do que algo que a psicologia possa explicar, é algo espiritual.

Pra rir um pouco…

Quer descobrir o que seu filho será quando crescer? Apenas deixe ele brincar ou brinque com ele!

Contatos:
(12) 9749-3912 / (11) 7343-3177

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