Racionalizando o “amor”


A gente cresce e aprende que o romantismo nem sempre faz parte da vida, e aí percebemos que os relacionamentos maduros nascem como que por contrato. Ambos aceitam porque condições são pré-definidas.

Hoje, não há relacionamento que dure com imposições e cobranças; a liberdade não é negociável.

O crescimento nos favorece a compreensão de que somos mais felizes deixando livres nossos amigos e nossos diversos tipos de relacionamentos, da mesma forma que devemos deixar livres o outro integrante de nosso relacionamento amoroso.

O eterno já não está nos planos, da mesma forma que casamento e filhos também não. As coisas passam a acontecer como que por mágica, pelo momento do prazer, ou enquanto ele durar.

É mais fácil assim!

Amamos enquanto nos convém, ou nem amamos, apenas vivemos e deixamos as coisas acontecerem. É mais confortável assim, porque ninguém corre o risco de se machucar.

Tudo isso acontece porque percebemos que é bem melhor ficar com quem gosta da gente, “mesmo que não sinta de cara as borboletas na barriga”, como me disse uma amiga.

Viver é bem melhor do que sentir, porque sentir está implícito no prazer de viver.

Quem faz planos, se esquece de viver o presente, que é mais importante do que viajar no que é irreal.

Essas ideias podem parecer um tanto simplistas e racionais demais, mas são reais e fazem parte da vida de todas aquelas pessoas que entenderam que viver e ser feliz são as mesmas coisas, e significa desprender-se de amarras, estar presente no presente, nada além disso.

Quem quer ser feliz, precisa, antes de mais nada, entender que a felicidade só depende de si e está dentro de você. Depender de outra pessoa, de um sonho ou de um objeto para ser feliz é o mesmo que dizer que você não existe. Afinal, felicidade é estar inteiro na vida, dentro de si e para si. Felicidade é o entendimento de si próprio como uma dádiva de Deus para a Terra; a evolução da alma na carne.

O amor não pode acontecer com um simples olhar. Ele é construção partindo da permissão mútua de seres envolvidos numa relação. Deve existir entrega ou, pelo menos, a vontade de se entregar. Porém, não é uma regra o amor acontecer em toda relação, inclusive nas mais duradouras.

O amor é um exercício de entrega constante e uma conquista eterna…

 Contatos:
(12) 9749-3912 / (11) 7343-3177

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