Filme da Vida Real


Estamos pensando que vivemos uma história dentro de um filme hollywoodiano, do qual somos protagonistas e esperamos pelo impossível acontecer. Nos esquecemos que contos de fadas não existem e que os homens continuam sendo os cafajestes de sempre se você não souber selecionar bem.

As mulheres continuam falando mal do sexo oposto até que provem que eles são diferentes. E os casamentos ainda são o sonho de consumo das mais sonhadoras.

Estamos achando que podemos guardar uma sensação ou sentimento a sete chaves dentro de nós e abrirmos a porta do coração sempre que quisermos, porque pensamos que ele continuará lá. Pode até permanecer, mas não podemos transmitir a nossa responsabilidade para o outro, acreditando que ele seja quem nos dará a felicidade. O peso disso tudo é muito grande e, no final, quem não aguentará somos nós.

Difícil existir quem não sonhe com o “felizes para sempre”, mesmo em um mundo de completos realistas; mas é fato que se você quiser, você poderá ser feliz para sempre com você mesmo e sem depender de ninguém para isso.

Em um mundo onde acreditamos que todos sejam idiotas porque são diferentes de nós, não tem como não pensar em perfeição. Será que estamos exigindo muito dos outros e mais ainda de nós mesmos? Não tem como buscarmos aquilo que não existe e continuarmos transmitindo culpas que só pertencem a nós.

Se quero ser livre, tenho que me libertar do passado que me prende a padrões aparentemente imutáveis. Se quero ser feliz, tenho que acreditar que eu realmente sou capaz de driblar desafios e sofrimentos com a cabeça erguida em cada final de história; sempre pronta para um novo começo (ou recomeço). Não da para passar por essa vida sem sonhar, mas é preciso de desapego de ilusões.

Antes de virar uma página, é preciso ter a certeza de que cada parágrafo, antes de falar para o outro – como sempre achamos que é – fala para nós. Quando escrevemos pensando que aquilo é para alguém, ou quando escutamos um sermão de padre, uma palestra motivacional ou uma música e pensamos “isso tem tudo a ver com Fulano”, pode ter a certeza de que tem muito mais a ver com você mesmo! Então, antes de virar uma página, entenda bem o final do capítulo…

Contatos:
(12) 9749-3912 / (11) 7343-3177

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