E a Vida continua… (depois da vida)


Não tenho mais dúvidas que além da vida há muito mais vida para ser vivida. Não me restam dúvidas da eternidade, da felicidade suprema da qual todos nós temos direito. Não me restam dúvidas de que a vida é uma escola, na qual necessitamos reprovar quantas vezes forem necessárias a fim de aprendermos a grande lição do amor.

A vida na Terra é um processo lento de erros e acertos. Jamais entenderemos com perfeição, se não estivermos em um plano superior. Dificilmente entenderemos as razões pelas quais tantas vezes sofremos, se não pudermos ter a clareza de um espírito fora da massa carnal.

Nossa visão é limitada enquanto humanos. Não conseguimos aceitar as circunstâncias que se apresentam diante de nós e, por isso, muitas vezes deixamos de acreditar que tudo coopera para o nosso bem. Nos esquecemos tantas vezes de escutar o que diz nossos corações, nos distanciamos da verdade que ele fala em favor do medo e das preocupações que nos circundam. Nos esquecemos que a magia da vida está em sermos nós mesmos, na plenitude daquilo que sentimos. Nós somos o que sentimos! Não tem verdade mais profunda e absoluta do que essa.

Nossa alma está onde nossos pensamentos estão, e nossos pensamentos se ligam àqueles que nos cativaram de uma forma ou de outra…àqueles que amamos.

Cometemos erros porque, muitas vezes, não estamos preparados para executar determinada tarefa. Os erros que cometemos têm consequências, e são elas que vão nos ajudar a progredir, porque essa é a lei. Erramos para aprender! Mesmo aqueles que vivem em um isolamento profundo, estão evoluindo. Nada permanece estático. Tudo muda, tudo se transforma, porque em tudo há vida.

Se nos foi dada a função de executar um trabalho, o dom de falar, escrever, ouvir, ajudar, cooperar, raciocinar, realizar; é porque somos capazes de tudo o que está ao nosso alcance. Nada acontece sem um objetivo, nada é por acaso e não existem coincidências.

As pessoas se encontram (ou reencontram) porque precisam umas das outras. As histórias se fundem porque a complexidade de um é a parte que faltava no outro. As vidas se tornam únicas, quando amores entendem que devem ceder, que os laços são eternos e não há sentimento de posse.

A conquista da felicidade está em deixarmos de lado nossas amarras que nos encarceram em uma prisão mental. Para sermos felizes, precisamos do desapego de antigas formas de pensar, do desapego de tudo aquilo que nos faz prisioneiros. Nossa alma anseia por liberdade, e é isso o que ela busca em um mundo repleto de desafios. E mesmo com uma frase clichê, podemos aprender muito: “liberdade nada tem a ver com libertinagem”. Uma alma feliz é aquela que entende que a liberdade é ser livre para agir, respeitando limites e amando incondicionalmente a todos que passam por nós.

Não é fácil agir assim diariamente, mas ninguém disse que seria. Se nosso desafio é sermos melhores, a partir da evolução, não tem como ser fácil. Aliás, desconfie de tudo o que é fácil demais. As coisas mais difíceis são as que têm mais valor. Acredite nisso!

No final, tudo valerá a pena porque nossos esforços serão reconhecidos, nossas conquistas terão significados que antes jamais entenderíamos. Todos os nossos sonhos serão reais, porque a verdadeira vida não é aqui. A Terra é uma passagem pela qual devemos transitar porque aqui há muitas lições a serem absorvidas. É um estágio para o próximo passo…e não são poucos.

Quantas vezes não esbarramos em alguém e sentimos a boa sintonia que ela nos proporciona? Quantas vezes nos afastamos de alguém que não nos faz bem? E quantas vezes não pensamos ter conhecido uma pessoa, mesmo sem nunca termos visto? Quantas vezes choramos? Quantas vezes sofremos? Quantas desilusões? E não tivemos explicações coerentes…

Quantas vezes questionamos: “o que eu fiz para merecer tudo isso?”. Te digo, meu amigo: a explicação não está aqui na Terra. No final, você vai ter as respostas para todas essas questões, e, enquanto a resposta não chega, nossa única forma de nos conectarmos com a realidade, é fechando os nossos olhos e olhando para dentro de nós. Nossos sentimentos nos levam para onde devemos ir. Nossa verdadeira morada é o nosso coração, que também é conhecido por instinto ou consciência. Independente de como queira chamar, estamos todos sendo inspirados o tempo todo. Tudo tem um propósito e, por isso, se fugimos dele, “amigos invisíveis” nos induzirão ao melhor percurso. Só seremos capazes de escutá-los, se estivermos bem conosco mesmos.

Não me restam dúvidas de que fui induzida a escrever este texto. Hoje, assisti ao filme “E a vida continua…” – história do livro psicografado por Chico Xavier e escrito pelo espírito de André Luiz – e chorei do início ao fim. A história me tocou e me senti iluminada pela paz do plano superior que nos inspira e faz sentir amor.

Isso tudo o que escrevi resume um pouco a essência dessa história transformada em filme. Toda vez que uma obra espírita se torna visível, o plano espiritual faz festa! Não há como fugir das verdades. Elas estão aí para serem digeridas. Temos muito para aprender, muito para evoluir. Só de sermos capazes de aceitar os fatos como se apresentam, sempre acreditando no melhor, já nos mostra o quanto estamos progredindo.

Hoje, certamente, somos diferentes do que éramos há um ano ou 5 anos. Tudo isso devemos às nossas experiências, nossas quedas, nossos sofrimentos e à espiritualidade amiga, que sempre nos guia. E o que não conseguimos esquecer e transformamos em defesa, pode ser muito bem trabalhado com a ciência (a psicologia). Quando deixamos a espiritualidade de lado, a melhor solução pode ser essa, até despertarmos novamente para o que é eterno.

Somos seres mutantes, porém condicionados a estagnarmos, justamente por ser mais cômodo. Nossa missão sempre vai girar em torno dos esforços. Sempre quando nos sentirmos acomodados, devemos nos perguntar o que nos motiva a viver, e dessa forma, irmos em busca disso. A acomodação retarda nosso progresso, por isso, devemos nos ajudar sempre. Devemos ser impulsionados por amigos, colegas, família e por nós mesmos a caminharmos a favor do progresso. Por isso, conhecemos pessoas novas o tempo todo, nos relacionamos e, por isso também, precisamos dos outros para evoluir. Deixar de lado certos desafios por medo de arriscar, é pura perda de tempo.

Aprendemos com essa doutrina, que nosso maior desafio é exercitarmos cotidianamente a paciência, porque ela é o caminho mais rápido para a evolução espiritual, moral e até intelectual.

Por tudo isso, acredite quando eu digo: Viver é correr riscos, e eles só existem porque precisam ser vividos!

Clique aqui, para baixar o livro de Chico XavierE a vida continua…“.

Confira o trailer do filme:

Seja feliz!

Contatos:
(11) 97343-3177 / (12) 9749-3912

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