Brasil: o país do Bacanal!


Melhor coisa do carnaval é passcarnavalar esse feriadão longe da bagunça que o povo brasileiro insiste em dizer que é característica do país considerado como “o país do Carnaval“. Só ouvi besteiras nessa TV de palhaçada que só transmitiu desfiles atrás de desfiles de escolas de samba, que gastam uma grana para fazer a alegria de quem pode pagar por uma fantasia.
Parece até que o papa fez propositalmente em renunciar nesta época, a fim de desviar a atenção da humanidade.
Me desculpe, mas “país do carnaval”? Acho um absurdo a mídia insistir nessa frase, passando a imagem de um Brasil repleto de zona e luxúria. Um país de tragédias! Porque é isso o que a bagunça, aliada à bebida, faz com um povo dito “alegre”, o que é uma inverdade, diante das mazelas que inundam a população ao longo de um ano inteiro: regado de corrupção, injustiça, violência, pobreza, miséria…
Agora, vai me dizer que o Brasil é o país do Carnaval?
É…deve ser mesmo! País do Carnaval, onde tudo acaba “em pizza”.
Esse país ainda tem muito para evoluir.
Quem disse que tudo é festa, está imensamente equivocado, ou nasceu rico.

O Brasil é o país onde os políticos mandam e a população obedece, quando o oposto deveria ser a realidade. Um país onde a injustiça prevalece, onde a corrupção cresce, e onde a miséria está espalhada pelas ruas de todo o território nacional.

Onde a pobreza está escancarada para quem caminha e vê pessoas fazendo suas necessidades em plena luz do dia, dormindo no frio e se contaminando com milhares de doenças que nunca serão tratadas. Crianças, bebês e famílias todas nessa mesma situação!

O Brasil é um país em extinção. Evolui em alguns quesitos – talvez repletos de interesses políticos – e estaciona na mesmice do retrocesso: falhando na educação, pecando na saúde e estimulando o sexo desvairado com o Carnaval.

Esse mesmo Carnaval que todos insistem em dizer que é a marca registrada desse nosso país. Esse mesmo Carnaval que alimenta o dinheiro dos bares, baladas e restaurantes e não a economia da nação, como muitos dizem. Dá dinheiro para quem já tem muito.

À título de curiosidade, para quem não sabe, o Carnaval teve sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam umas nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia em um período que antecedia a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em forma de desfiles urbanos, em que os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem europeia.

No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos “corsos“. Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo do século XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Foi aí que nasceram os carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.

No século XX, o carnaval foi crescendo e se tornando cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e se chamava Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde, a Deixa Falar se transformou na escola de samba Estácio de Sá. A partir daí, o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem nas ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.

Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.

Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade, destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.

Tendo sua origem na Europa, você vai continuar dizendo que o Brasil é o país do Carnaval?

A verdade é que o Brasil adequou a festa à sua cultura assim como vários outros países do mundo. Se existe um ponto positivo nos desfiles de hoje em dia, posso citar apenas a criatividade dos autores dos sambas enredo e a composição das alas. Mais nada!

A questão é que no Brasil tudo é demais, quando se trata de festa. Literalmente, nada aqui é levado a sério. O Brasil é, na verdade e infelizmente, o país do bacanal.

Ainda não há como se conformar com um país composto por um povo que aceita tudo, sem nada contestar. Um povo que só abaixa a cabeça agradecendo por estar ao menos vivo. Isso é desumano. Fizeram do Brasil um país de “pobres indefesos”, literalmente.

O país está se mostrando e gritando silenciosamente por socorro. Ainda não é tarde para mudar, para lutar pela justiça, fazer o que é certo e contestar os erros cometidos por quem colocamos no poder. Esse é o nosso papel!

Acorda, Brasil!

Aproveitando o bacanal brasileiro e as inúmeras questões políticas que o Carnaval envolve, lanço uma pergunta: Você já pensou em terceiro turno? Essa possibilidade de tirar a injustiça do poder existe! Lute pelo que é certo, e pelo que você acredita. Saiba mais, clicando aqui.

Contatos:
(11) 97343-3177
SKYPE: michelly.antunes.ribeiro

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