Entender, conhecer e compreender


corujaSe eu pudesse definir minha vida em uma palavra, neste momento, seria: “conhecimento”. Tenho ânsia de saber de tudo o que é ligado ao universo, às pessoas, ao comportamento humano tão imprevisível e surpreendente ao mesmo tempo.
Quero respostas para as injustiças, ao mesmo tempo em que compreendo as atitudes repletas de imperfeições, tão inerentes ao ser humano, o que não justifica também uma ação prejudicial e desrespeitosa.
Talvez eu seja uma das poucas pessoas malucas desse planeta que quer entender o funcionamento de algo que jamais poderá ser definido em uma única palavra, com uma exclamação no final: a vida.
A vida é composta por bilhares de outras vidas, as quais estão em consonância com inúmeras histórias, em culturas diversas e situação, muitas vezes, completamente diferentes das que já imaginamos ter visto.
Talvez, minha busca interminável pelo conhecimento seja uma maneira de eu passar meu tempo com algo que me parece  palpável e, ao mesmo tempo, me faz companhia em momentos de solidão, que é exatamente quando ouso pensar filosoficamente dentro de um universo meramente racional, sem sentimentos.
Penso na arte, reflito sobre comportamentos e analiso o que vejo do mundo.
Talvez eu seja um pouco de tudo o que eu vivi, muito do que experimentei e quase nada do que eu suponho ser.
Talvez eu seja diferente do que penso ser para quem me vê. Talvez a astrologia tenha a explicação concreta para essas sugestões, por meio de mapas diversos. Talvez meus amigos me achem chata de vez em quando, presa às minhas manias e carências. Talvez eu ainda tenha muito por descobrir sobre mim mesma através dos meus próprios amigos. Talvez eu não consiga enxergar claramente o que eles podem ler sobre mim.
Talvez eu seja uma incógnita, que nem a psicologia consegue decifrar. Talvez a minha interrogação até tenha uma resposta, mas essa resposta parte de um cofre fechado a sete chaves, e este só pode ser aberto por quem conhece a senha indecifrável para um observador. Só eu posso abrir o livro secreto. Só eu sou capaz de me definir, mesmo que existam ajudas especializadas, e amigos quase irmãos. Só eu tenho a chave. E só eu serei capaz de descobrir o momento certo de abrir.
Paciência é o mantra da condição.

Contatos:
(11) 97343-3177
SKYPE: michelly.antunes.ribeiro

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