Restaurando…aguarde!


Alguém já parou para pensar no processo de restauração de um computador? Quem entende disso vai saber o que quero dizer.
Ele resolve parar no tempo porque alguma coisa deu errado lá atrás, e até que o responsável por essa máquina se dê conta, o problema permanece sem solução.
Aí, você, por meio de um deja vù, restaura seu computador. Literalmente, volta no tempo e coloca ele para funcionar de novo. Aí você pensa: “que bom seria se conseguíssemos restaurar a máquina chamada ‘cérebro‘ de vez em quando, só pra gente esquecer que certos comportamentos são repetidos sem que percebamos, e que também continuamos respondendo com os mesmos vícios do passado”. Ou seria “errando do mesmo jeito” a frase mais correta?

Às vezes, não percebemos, mas acabamos repetindo os mesmos comportamentos do passado. Não que seja certo ou errado, mas voltamos a nos abandonar, pensando que tínhamos aprendido a lição que a vida insiste em nos dar.

A verdade é que nos perdemos em um emaranhado de emoções, as quais podem ser as responsáveis por nossa insanidade. A maturidade talvez seja nosso objetivo final nesse planeta tão complexo. Mas, ainda quero acreditar que o melhor está por vir, que preocupação em excesso faz mal, que a busca pela felicidade deve ser uma constante em nossas vidas, mesmo estando eu ciente de que ela está dentro de mim; e esperar demais do outro, é o mesmo que viver em um mundo abstrato, idealizado, sem a mínima conexão com a vida real.

respirar

Certas coisas ainda não estão claras em minha vida. E a repetição me faz pensar que talvez eu deva reviver o que ficou lá atrás para compreender os pontos falhos dessa ligação inconstante nessa rede de universos tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão semelhantes ao meu.

Será que eu perdi algo de vista? O que foi que eu deixei passar? São questionamentos que eu faço. Mas, no fundo, eu sei que o tempo é a resposta, por mais que seja difícil aceitar… E eu pensei que seria mais fácil…

Na verdade, tantas coisas seriam bem mais fáceis se fossem vividas com menos intensidade, sem emoções, sem sentimentos, de forma mais racional. Acredito que existam pessoas que consigam viver bem assim, e eu as admiro por isso. Mas, ainda não cheguei nesse nível. E enquanto isso não acontece, penso que não dá para vivermos de extremos: nem tão frio e nem tão quente. Defesas são prisões que a alma cria para evitar os sofrimentos irreais, ilusórios. E o excesso de intensidade na vida é algo a ser medido. O bom é ser leve para compreender que nada é definitivo, e que estamos aqui de passagem.

Achar o ponto certo pode ser difícil, mas talvez a resposta esteja em “ser autêntico“, ser quem você realmente é. A vida é justamente isso: feita de riscos. E arriscar-se faz parte do aprendizado.

Talvez a melhor forma de restauração seja a da alma, porque ela é a essência, e a única capaz de nos fazer entender o que é que não está funcionando por algum motivo. Restaurar para construir estruturas mais firmes e fixas. Restaurar para reerguer bases mais consistentes. E isso tudo sempre dependerá somente de você. Eu estou aprendendo…estamos todos aprendendo.

Contatos:
(11) 97343-3177
SKYPE: michelly.antunes.ribeiro

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