Especial


abracoUma vez  li uma frase que dizia, mais ou menos, isso: que você conhece verdadeiramente uma pessoa quando termina um relacionamento.

Lógico que não vou terminar sempre para descobrir isso, mesmo porque iria de encontro ao que acredito como essencial para a minha vida. Mas, é interessante perceber como podemos tirar algo bom da dor. Podemos chamar isso de resiliência ou defesa. Prefiro ficar com a resiliência. Mas, falo de essência, de pessoas que sabem como lidar com outras pessoas, mesmo com suas deficiências, porque ninguém é perfeito.

Falo de pessoas que se doam, que entendem de desapego porque vivem o que sentem no aqui-e-agora, mesmo que ainda tenham resquícios de algo que as leve para o futuro de vez em quando, causando ansiedade.

Falo de pessoas que, quando terminam com você, continuam apaixonantes, porque te mostram um novo mundo, um universo além do que você vive e vê, mantém uma cumplicidade inigualável, embora compreenda a sua dor. Falo de pessoas que te encantam não somente com palavras, ou romances pobres em conteúdo, mas que te comovem com suas atitudes, que te fazem querer permanecer ao invés de partir. Que te fazem sentir mais leve, verdadeiro, autêntico.

Falo de pessoas que conquistam sua alma, te levam para o futuro de mãos dadas, porque é lá onde vocês sempre vão estar no presente por possuírem afinidades, e isso é exposto nas atitudes, no “querer estar junto”.

Falo de pessoas afins, parceiras, dispostas, radiantes, amigas. Falo daquelas que te chamam a atenção pela inteligência, motivação, vontade de viver e fazer a diferença.

Gosto de pessoas assim: que me conquistam, mesmo depois de não mais precisar, que me confortam, que se preocupam e que amam de forma incondicional, ou, simplesmente, fraterna. Sim! Essas pessoas existem! E eu quero descobrir quantas mais for possível e preciso…

Finalizo com uma frase que escutei hoje: “Nada é por acaso, mas, mesmo assim, fazemos escolhas”.

Fazemos escolhas e elas são muito interessantes. Colocamos e tiramos quem queremos ou quem achamos que devemos tirar de nossas vidas por causa dessas escolhas. O mais interessante são as decisões implícitas.

Optar por correr certos riscos só para ver no que vai dar, porém ciente de todas as possibilidades e que, independente do resultado, só temos a ganhar… São escolhas que fazemos. Mas, o mais importante é assumirmos todos os riscos, inclusive o de uma amizade assim: tão profunda e regada de afeto, após um término. Isso, sim, é especial!

Contatos:
(11) 97343-3177
SKYPE: michelly.antunes.ribeiro

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