Como desenvolver seus talentos?

Tempo de leitura: 20 minutos

Como desenvolver seus talentos? Por que desenvolver seus talentos? Por que desenvolver seus talentos é tão importante quanto conhecer suas fraquezas? Já parou para pensar sobre isso? É mais comum buscarmos respostas para nossos problemas do que assumir que temos talentos (ou pontos fortes) e utilizarmos esses talentos como solução para os diversos problemas que temos, e que sempre teremos.

Os autores do livro “Descubra seus pontos fortes”, Marcus Buckingham e Donald O. Clifton, fizeram uma pesquisa a respeito do motivo que leva as pessoas a olharem mais para o lado negativo e buscarem respostas a partir disso. Concluíram que, independente da nacionalidade, classe econômica ou gênero, todos respondiam que saber das fraquezas pessoais era mais importante do que conhecer os pontos fortes. Dentro disso, os autores descobriram que as razões para tal preferência predominante giram em torno de três medos básicos: medo das fraquezas, medo do fracasso e medo do verdadeiro eu.

1- Medo das fraquezas. Essa construção se dá pela cultura da atenção focada mais no que é negativo, como estratégia para melhorar comportamentos. Começa na infância, quando uma criança vai mal em matemática e super bem em português, mas os pais pegam no pé em relação à matéria em que se deu mal. Para ilustrar esse medo, os autores citaram o psicanalista Carl Jung, com a seguinte frase:

A crítica tem a capacidade de fazer o bem quando existe algo que precisa ser destruído, diluído ou dominado, mas só é capaz de causar danos quando existe algo a construir.

2- Medo do fracasso. O senso de fracasso geralmente é mais penetrante sempre que ficamos aquém do esperado. Ou seja, quando utilizamos nossos pontos fortes e, mesmo assim, falhamos.

O medo do fracasso está ligado também às expectativas do passado que criamos um dia, e que não foram atendidas e nos levaram ao sofrimento. Mas, também pode ter relação com as observações que fizemos das experiências de vida alheias em que houve fracasso e, por algum motivo, nos levam a acreditar que também vamos fracassar. O desafio é, ao menos, desmitificar o medo do fracasso de forma decidida para que não nos impeça de desenvolver os pontos fortes. Todos podemos fracassar, mas o mais importante é a forma como encaramos esse fracasso. De acordo com o filósofo Baruch Spinoza, é importante nos tornarmos quem somos, e eu penso que esse é o nosso maior poder:

Ser o que somos e nos tornarmos o que somos capazes de nos tornar é o único objetivo da vida.

3- Medo do seu verdadeiro eu. Esse medo tem estreita relação com a Síndrome do impostor. Essa síndrome foi bem descrita e explicada no livro que leva o mesmo nome, da autora Adriana Kauati. O livro aborda a dificuldade que algumas pessoas têm em assumir seus próprios talentos e o que fazer para superar tal dificuldade. Além disso, explicita essa síndrome que é definida como uma psicopatologia que se caracteriza pelo sentimento de impostura, farsa, fraude, diante das próprias conquistas e dos elogios recebidos. A base ou essência desse medo de encarar o verdadeiro eu está na insegurança.

Por que desenvolver seus talentos?

A resposta do porquê desenvolver seus talentos fica mais fácil de detectar a partir da introdução que fizemos. Entre os nossos talentos estão nossas singularidades, aquelas qualidades pelas quais seremos reconhecidos pelo outro, positivas ou negativas. Mas, vamos nos ater ao que é positivo.

Tudo o que fazemos muito bem denuncia tudo aquilo que temos de inato e que fazemos com os pés nas costas, seja pela repetição (o ato de fazer determinada atividade repetidas vezes), que colaborou com o desenvolvimento de determinado ponto forte; seja pela aquisição de conhecimentos por meio dos estudos e especializações. Por tudo isso, fica clara a necessidade de desenvolver seus talentos? Não?

Tendo por base essa importância dos talentos pessoais, levanto então a pergunta que leva o título desse texto: por que desenvolver seus talentos?

A resposta é simples: é a partir do aprimoramento dos seus talentos, que já são seus pontos fortes justamente por ter utilizado repetidas vezes tais características ao longo de sua existência, que você vai torná-los ainda melhores e singulares, te tornando ainda mais especialista, único naquilo que você tem de melhor, o que levará as pessoas a te procurarem mais por aquilo, facilitando seu acesso a oportunidades profissionais significativas e que farão a diferença na sua vida.

Além disso, desenvolvendo (ou aprimorando) seus talentos, você se torna capaz de auxiliar mais pessoas, atrai amigos, assiste mais, de maneira geral.

Para acrescentar ainda mais algo para te motivar a desenvolver seus talentos, afirmo que focando no que você tem de melhor, suas chances de deixar de arriscar por causa daqueles medos iniciais apontados neste texto diminuem. Tudo isso porque você está focado no que tem de melhor, está tendo resultados positivos com isso, suprindo suas carências justamente por esse reconhecimento próprio e das demais pessoas, produzindo a partir dos seus talentos e abrindo espaço para olhar o que o outro também tem de melhor.

Em outras palavras, seu “balde está cheio” e por isso, está sendo capaz de encher outros baldes, sem a necessidade de competir ou se subestimar ou se achar superior. Está equilibrado!

Tudo isso porque se está focado no positivo, você transbordará isso para todas as áreas da sua vida, da mesma forma que também atrairá positividade. Quando você foca no que tem de negativo, no pior, ou nos seus fracassos, a sua tendência é ver mais dificuldades do que facilidades em seu caminho. E essa será a lente que irá nortear suas escolhas, sentimentos, colaborando com a atração de situações também na mesma vibração.

Como desenvolver seus talentos?

Sabendo disso, então, como desenvolver seus talentos?

Existem algumas dicas práticas que posso dar para que seja capaz de desenvolver seus talentos. Na verdade, existem algumas técnicas que estou desenvolvendo para isso, e que passo adiante para todos aqueles que visam ser mestres na arte de si mesmo. Pode parecer poético isso, mas é realmente profundo. Quando você mergulha nas profundezas da sua própria essência, fica mais fácil avançar em todas as outras áreas de sua vida, incluindo naquelas com as quais possui mais dificuldades, e que de alguma forma possuem ligação com seus pontos negativos.

Isso se dá porque você se torna especialista em você mesmo a partir do que tem de melhor.

Vou te mostrar como com esse passo a passo:

Primeiro momento

Nesse primeiro momento, você deverá investigar sua própria vida.

1- Estude sua biografia (sua história de vida). Saber de onde veio e todo o percurso que fez ao longo de sua vida até hoje pode te ajudar a compreender melhor sua essência, as causas dos seus problemas, e as raízes dos seus pontos fortes. É o momento de entrevistar pessoas do seu passado: pais, avós, bisavós.
2- Faça uma lista de todos os seus traços positivos e negativos. Se sentir dificuldade em listar os traços positivos, peça ajuda. Mas, busque focar mais no que possui de positivo. Se possível, amplie essa lista o máximo que puder. Conte com a ajuda da sua biografia pessoal a fim de listar os traços mais usados em cada época de sua vida, da infância à velhice (ou até a fase na qual se encontra).

Segundo momento

No segundo momento, você deverá responder às seguintes questões:

1- Você tem um perfil mais introvertido ou extrovertido?
2- Quais são as suas singularidades? O que só você faz de diferente de toda a sua família e/ou grupo de convivência?
3- Com quais grupos esteve mais envolvido ao longo de sua vida? Arte (dança, teatro, literatura, música…)? Religião (quais religiões…)? Política (quais partidos…)? Intelectualidade (Filosofia, Ciência, Pesquisa, escrita, estudos diversos…)? Parapsiquismo (ocultismo, seitas, mediunidade…)?
4- Com quais pessoas possui mais afinidades e mais rechaços? (momento de listar pessoa por pessoa, e suas características pessoais). Entenda que muito do que admiramos em alguém diz respeito ao que também temos de melhor e ainda não descobrimos em nós; e o que rechaçamos no outro, diz muito de coisas que precisamos melhorar em nós, e que por algum motivo não vemos por não admitirmos (ou aceitarmos).
5- Nos momentos de crise, qual foi o traço que te segurou ou te ajudou a sair dessa crise?
6- Nos momentos de maior produtividade, o que estava fazendo? Qual traço estava usando de maneira predominante?
7- Pelo que as pessoas te reconhecem?

Faça terapia

Faça terapia. É importante reconhecer a necessidade de fazer terapia quando entramos em contato com nosso lado mais negro ou obscuro. Nem sempre estaremos preparados para lidar sozinhos com essas descobertas.. Por isso, é necessário encarar o fato de precisar de ajuda e ir em busca disso. Muitas vezes, não conseguimos organizar essas descobertas sozinhos, então, um terapeuta poderá nos ajudar a organizar essa “bagunça” e assim, nos aproximarmos mais de quem realmente somos a ponto de assumirmos nossos pontos fortes ou talentos.

Assuma seus talentos

Assuma seus talentos, sem medo! Esse pode ser considerado por muitos o momento mais difícil, pois assumir os talentos implica em abrir mão de antigos padrões de comportamento com os quais estávamos acostumados, e nos mantinha como parte de nossa personalidade. Assumir nossos talentos implica em assumirmos novas responsabilidades. Ou seja, assumir toda a demanda que vem com a assunção de qualidades que antes estavam ocultas, ou que, por algum motivo, teimávamos em esconder, por insegurança ou quaisquer daqueles medos mencionados. Assumir os talentos implica em expor o que temos de melhor, com segurança, autoconfiança, assumindo que você também é tudo isso e pode ser muito mais, com novas responsabilidades.

Isso pode ser difícil para alguns, principalmente quando se entra em contato com aqueles medos. Mas, passando essa barreira, os resultados podem ser muito mais gratificantes a ponto de valer qualquer obstáculo complexo já encontrado no caminho.

Empoderamento como resultado

O empoderamento é o resultado da assunção dos talentos pessoais, principalmente porque aquele balde cheio nos leva à autoconfiança, ao sentimento de preenchimento, capacidade, nos levando a querer passar esse sentimento adiante, fazendo com que outros também alcancem esse preenchimento do balde com o devido equilíbrio. Trata-se de um autodomínio das próprias capacidades. Tem relação com saber-se possuidor de singularidades que merecem ser reconhecidas e que se não forem, você as assume mesmo assim tendo autonomia para agir com inovação, criatividade e parceria em qualquer empreendimento. Afinal, seus talentos caminharão sempre com você.

Casuística pessoal

Gostaria de compartilhar com você a minha casuística em relação a este tema. A minha tendência é me sentir motivada a cada autossuperação de dificuldades. Foi assim durante muito tempo da minha vida, até eu descobrir meus pontos fortes. Na verdade, sempre fui em busca do autoconhecimento, algo que jamais abandonei, e comecei cedo. Ainda na infância, buscava descobrir tudo o que estava por trás de tudo. O que ninguém via e só eu podia ver me fascinava. E eu buscava formas de fazer as pessoas enxergarem de alguma forma. Aliás, a forma como encontrei foi a escrita, uma qualidade positiva inata que me fez ganhar concursos de redação aos 9 anos de idade, iniciar a escrita de poemas aos 11, e investir em uma carreira nessa linha, aos 17, quando escolhi a faculdade de jornalismo.

Porém, para mim, mais que investigar o que estava por trás de tudo, era a análise que sempre me fascinou. Até quando eu estava sozinha, sem que ninguém pudesse me ver, ou ousasse saber, eu estava ativa pensando o tempo todo e em tudo, analisando cada situação, contexto e, principalmente, pessoas. E eu acertava, conseguia entrar na essência das pessoas, fazendo com que refletissem acerca de tudo aquilo que nunca haviam pensado antes. Alguns me tinham como conselheira, outros como uma pessoa extremamente confiável, para quem podiam confiar seus segredos mais íntimos e pedir alguma ajuda mais profunda.

Psicologia

Isso me levou a escolher a Psicologia como profissão, praticamente como algo inevitável para muitos que me conhecem. Alguns chegaram até a afirmar que a Psicologia tem muito mais a ver comigo, muito embora, eu já fosse muito procurada profissionalmente para escrever textos, revisar e editar publicações. Eu era mestre em encontrar detalhes de erros de português. Então, era fácil sempre aparecer alguém me pedindo revisões de textos ou redação.

Esse detalhismo passou para a Psicologia, de modo que cada palavra proferida por uma pessoa me ajuda a tirar muitas conclusões, porque a escolha de uma palavra reflete muito do que a pessoa é. Claro que não é somente isso, mas são indícios que poucos conseguem captar, e essa é a minha singularidade.

Comunicabilidade analítica

Em cima de muita pesquisa biográfica, listagens de traços positivos e negativos, observações pessoas e relatos de pessoas próximas, que me reconheciam como alguém ligada à escrita e intelectualidade e, posteriormente, à comunicabilidade, foi que cheguei à conclusão de que meu principal talento é a comunicabilidade analítica.

Penso já ter justificado com toda esse texto da casuística. Mas, realmente, mesmo que as pessoas não utilizassem a palavra “analítica”, era como eu enxergava o que eu tinha de melhor, porque era o que eu fazia no meu passatempo, em silêncio, sem que outras pessoas pudessem comprovar: analisar. Para não dizer que não me reconheciam por isso, muitos colegas de um trabalho específico chegavam a falar o seguinte, e com certa frequência: “passa para ela isso, porque ela descobre”, tamanha era a minha ânsia pela investigação detalhista. Outro ponto relevante que passou pelo crivo da minha análise para elencar a comunicabilidade analítica como meu ponto forte, foi alguns elogios recebidos a respeito da minha capacidade de síntese.

Então, nesse caso, minha análise foi: para se ter uma boa síntese, há que se passar por uma boa análise – essa também é a base da escrita – e o mesmo não podemos falar do contrário: nem todos que fazem uma boa análise conseguem fazer uma boa síntese. Logo, essa foi a minha conclusão.

Outras justificativas

Nesse meio tempo, passei por diversas terapias, sempre voltadas para resolução de algumas dificuldades pessoais, porém, também para alimentar minha ânsia pela análise pessoal. A cada nova descoberta, outras camadas de uma cebola apareciam para serem desfeitas ou descobertas. Então, descobri que foi a escrita a forma catártica que escolhi ao longo da minha existência para lidar com conflitos internos. E meus textos, sempre muito regados por análise ou metáforas poéticas. Veja, era o ponto forte sendo cada vez mais reforçado ao longo de uma existência. Então, era o que era usado nos momentos de crise, de maior produtividade e também pelo que as pessoas me reconheciam.

Testes

Para reforçar ainda mais todo essa descoberta, realizei alguns testes importantes, como o coaching assessment realizado em 2015, com o seguinte resultado: 37,79% do perfil Executor; 32,26% do perfil Comunicador, 36.67% do perfil Planejador, e 29,25% do perfil Analista. A conclusão desse teste foi:

Gosta de ser prática e de ter as coisas sob seu controle. Valoriza os fatos reais e argumentos
racionais, embora possa considerar argumentos emocionais. Prefere seguir suas próprias ideias mais do
que confiar nos outros. Mais reservada, não costuma dar informações acerca de si mesmo a outras
pessoas. Geralmente criativa, pode ter boas ideias de melhoramento de processos. É mais organizada e
prefere o trabalho, embora saiba também valorizar os relacionamentos.
É direta e pró-ativa. Por vezes toma postura de liderança, preferindo isto a seguir ordens de
terceiros, e gosta de tomar ações mais rapidamente, embora em alguns casos possa ponderar bastante.
Acredita em aproveitar oportunidades e em conseguir os objetivos à sua maneira. Geralmente é
independente, preferindo dar ordens do que recebê-las. Também prefere fornecer instruções do que pedir
cooperação. Pode se expor às vezes a correr riscos. Tem senso de organização, lida bem com mudanças e
em casos mais familiares, com confrontações. Tomada de Decisão: Racional, Rápido.

Além deste teste que foi feito junto a dois coachs, realizei alguns outros como o teste intitulado “Como eu sou” adaptado de “Relacionamentos”, dos autores Gustavo e Magdalena Boog, realizado também no ano de 2015. E o resultado foi: 45% perfil Leão (decidido, prático, determinado, rápido, direto, ativo, pró-ativo, objetivo, desafiador, focado, eficiente, assume riscos – voltado aos resultados e ao curto prazo, indo direto ao assunto) e 25% perfil Castor (perfeccionista, autocrítico, meticuloso, cuidadoso, crítico, persistente, especialista, sério – voltado à estruturação e ao curto prazo, indo direto ao assunto).

Em 2016, realizei o teste gratuito dos 16 tipos de personalidades, meu resultado foi o que se segue:

PERSONALIDADE “LOGÍSTICO”
(ISTJ-A / ISTJ-T)

Acredita-se que o tipo de personalidade Logística é o mais abundante, constituindo cerca de 13% da população. Suas características definidoras de integridade, lógica prática e dedicação incansável ao dever tornam os Logísticos um núcleo vital para muitas famílias, bem como organizações que defendem tradições, regras e padrões, tais como escritórios de advocacia, órgãos reguladores e militares. Pessoas com o tipo de personalidade Logística gostam de assumir a responsabilidade por suas ações e se orgulham do trabalho que fazem – ao trabalharem em direção a um objetivo, os Logísticos usam de todo o seu tempo e energia para completar cada tarefa relevante com precisão e paciência.

Os Logísticos não fazem muitas suposições, preferindo analisar seus arredores, verificar seus fatos e chegar a decisões práticas de ação. As personalidades Logísticas não gostam de besteiras e, quando tomam uma decisão, transmitirão os fatos necessários para atingir seu objetivo, esperando que os outros compreendam a situação imediatamente e tomem medidas. Os Logísticos têm pouca tolerância para a indecisão, mas perdem a paciência ainda mais rapidamente se o caminho escolhido é desafiado com teorias impraticáveis, especialmente se ignoram detalhes chaves – se os desafios acabam em debates demorados, as pessoas com o tipo de personalidade Logística podem ficar visivelmente irritadas uma vez que o prazo limite está se aproximando.

Citei os mais importantes a fim de ilustrar as comprovações buscadas. Mas, gostaria de apresentar o último teste que realizei, já no ano de 2018, o teste de Clifton Strenghts, referente aos autores do livro “Descubra seus pontos fortes”. O teste é feito individualmente e de maneira personalizada para aqueles que compram o livro e recebem um código exclusivo. Os resultados também são personalizados. De acordo com os criadores deste teste, 1 em cada 1000 pessoas possuem a mesma sequência que você, de pontos fortes predominantes em sua manifestação, de uma lista de 34 talentos avaliados. Dessa forma, o meu resultado foi o que se segue, corroborando com minhas pesquisas:

1- Estudioso (Pensamento Estratégico). As pessoas que se destacam nesse talento possuem grande desejo de aprender e desejam aprimorar-se continuamente. São motivadas muito mais pelo processo de aprendizagem em si do que pelos seus resultados.
2- Intelecção (Pensamento Estratégico). As pessoas que se destacam nesse talento são caracterizadas pela atividade intelectual. São introspectivas e apreciam discussões intelectuais.
3- Analítico (Pensamento Estratégico). As pessoas que se destacam nesse talento procuram por razões e causas. Possuem a capacidade de pensar sobre todos os fatores que podem afetar uma situação.
4- Ideativo (Pensamento Estratégico). As pessoas que se destacam nesse talento são fascinadas pelas ideias. Conseguem descobrir conexões entre fenômenos aparentemente não relacionados.
5- Responsabilidade (Execução). As pessoas que se destacam nesse talento assumem um compromisso psicológico de cumprir o que prometem. São comprometidas com valores estáveis, tais como a honestidade e a lealdade.

O relatório completo deste último teste não compete compartilhar, mas mostra detalhadamente o significado prático e psicológico de cada uma dessas características, o que recomendo ser feito por todos que tenham interesse genuíno em se conhecer melhor e dar o seu melhor em quaisquer atividades que venha a desempenhar.

A análise minuciosa de cada um desses resultados junto às minhas pesquisas pessoais e práticas me fez concluir e comprovar que possuo o ponto forte (ou o talento) da comunicabilidade analítica.

Novas responsabilidades

A partir dessas descobertas, me vi cada  vez mais disposta a assumir novas responsabilidades e a estimular outras pessoas a também assumirem.

Espero que esse texto possa servir de inspiração para todos aqueles que buscam evoluir e melhorar a qualidade de suas vidas por meio de tudo o que já possui de melhor, assumindo essa condição e cada vez mais novas responsabilidades com autoconfiança, autonomia e livre de medos irracionais.

Bibliografia recomendada:

CLIFTON, Marcus Buckingham E Donald O.. Descubra seus pontos fortes. 1. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 270 p.
KAUATI, Adriana. Síndrome do impostor: Superação pela autocientificidade. 1. Foz do Iguaçu: Editares, 2017.

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