Psicóloga em Foz do Iguaçu também é Jornalista e trata do amor e das relações

Psicóloga em Foz do Iguaçu também é Jornalista e trata do amor e das relações afetivas. Enquanto psicóloga em Foz do Iguaçu atendo não somente estes casos clínicos, que abrangem o universo dos sentimentos amorosos. O meu consultório abrange desde crianças e adolescentes até adultos.

Formada em Jornalismo desde 2009, sempre busquei contato com as histórias das pessoas, justamente por achar importante conhecer o universo humanos, ou desbravá-lo.

A descoberta da Psicologia aconteceu por meio da segunda pós-graduação que realizei em Dança e Consciência Corporal, concluída em 2013. Na ocasião, tive uma professora psicóloga, que dava aulas de danças circulares na FEBEM (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor) em São Paulo/SP.

Fiquei fascinada tanto pela disciplina quanto pela profissão de psicóloga, a qual já paquerava há algum tempo. Isso fez com que assim que finalizasse o curso desse entrada na faculdade de Psicologia, naquele mesmo ano.

Histórico profissional

Antes de me tornar psicóloga em Foz do Iguaçu, eu tive um histórico profissional na área de Jornalismo que me permitiu conhecer melhor o ser humano, por meio das diversas matérias que realizei com trabalhos em rádio, TV, impresso e Assessoria de Comunicação e Imprensa.

A escolha pela profissão de Jornalista não foi muito lúcida. Decidi pensando ser muito boa em redação e, por isso, viria a ser também uma boa jornalista.

Essa escolha deu certo, visto que tenho a tendência de me dedicar com afinco a tudo o que eu faço. Por esse motivo, coleciono experiências em rádio (como apresentadora, redatora e repórter); TV (como produtora, tendo iniciado como arquivista); Impresso (jornalista responsável por 3 revistas, freela em alguns jornais locais – do interior de SP); Comunicação Social (assessora de imprensa e comunicação); Jornalismo Online (redatora em um guia de bares, baladas e restaurantes de SP capital, e responsável por um portal de notícias de uma cidade do interior de SP); além de ter escrito dois livros: “Príncipes do Brasil” e “O Amor no Divã“, este último foi o responsável por me aproximar da psicologia do amor.

Além disso, no último ano de faculdade, em 2009, criei um blog, como projeto de uma das disciplinas da faculdade de jornalismo. Mantive esse blog até hoje. A diferença é que dos mais de 400 textos publicados no antigo blog, transformei em um domínio mais profissional, dessa vez, voltado para a Psicologia.

O antigo blog continha textos reflexivos, críticos e sobre o amor e relacionamentos. Era um nicho mais diverso, com textos advindos de inspiração. Ele foi bastante referenciado por algum tempo em outros sites, quando algum texto chamava mais a atenção.

Hoje, decidi transformá-lo em um blog com conteúdo psicológico, com o nicho focado em relacionamento afetivo-sexual, além de uma pequena parcela de assuntos voltados a outras temáticas da Psicologia.

Quase 3 anos após me formar em Jornalismo, em 2011, iniciei uma pós-graduação em Jornalismo Político, com o objetivo de entender melhor o universo da política que, na época, era pouco entendido por mim.

Já com essa especialização finalizada, emendei com a pós em Dança e Consciência Corporal, da qual falei antes. O objetivo era por hobby. Na época, fazia 12 anos que dançava (fazendo aulas, apresentações e monitoria).

Motivação inicial pela Psicologia

A minha motivação inicial pela Psicologia foi, como já havia mencionado antes, a especialização em Dança, mas veio muito antes, quando me interessava por escrever assuntos voltados para a Psicanálise e comportamento humanos, em meu blog. Isso mesmo! Eu era feita à Psicanálise, antes de me decidir pela abordagem cognitiva comportamental.

Experiência com Psicologia

A minha experiência com Psicologia foi breve antes de me tornar psicóloga em Foz do Iguaçu. Para te ajudar a me conhecer melhor, vou resumir minhas experiências:

Comunidade da Vila Maria (favela do bairro Parque Novo Mundo de São Paulo/SP)
2017
Projeto: rodas de conversa com os diversos líderes moradores da comunidade, com o objetivo de promover a autonomia dos mesmos na sustentabilidade dos projetos existentes e a serem desenvolvidos com as ideias construídas em grupo, tendo por base autores da Psicologia Social.
Supervisão: Prof. Dr. João Eduardo Coin de Carvalho.

Clínica psicológica – CPA UNIP, em São Paulo/SP – 2017
● Clínica psicológica, com atendimentos semanais de 50 minutos na abordagem da Terapia Cognitiva Comportamental (TCC).
Supervisão: Prof. Ms. Marcelo Gonçalves.

VIDA Residencial para idosos Ltda, em São Paulo/SP – 2017
● Intervenção Psicoeducativa, com elaboração de oficinas de criatividade, com o objetivo de estimular o envolvimento grupal das conviventes da instituição promovendo o bem-estar com intervenções terapêuticas na abordagem da Fenomenologia Existencial.
Supervisão: Profa. Dra. Renata Capeli Silva Andrade.

Clínica psicológica – CPA UNIP, em São Paulo/SP – 2016
● Psicodiagnóstico, com atendimentos semanais de 50 minutos na abordagem Psicanálise.
Supervisão: Prof. Ms. Carolina Castelli de Paula.

Hospital Psiquiátrico CAISM Philippe Pinel, em São Paulo/SP – 2016
● Acompanhamento dos casos clínicos dos pacientes internados no hospital; desenvolvimento de oficinas de criatividade com as pacientes da ala feminina, em surto, e com os pacientes crônicos idosos.
Supervisão: Profa. Ms. Maria Veridiana Sampaio Paes de Barros.

Envolvimento com a Psicologia Social

Desde muito tempo antes da faculdade de Psicologia, eu me vi envolvida com questões sociais, mesmo por meio de voluntariado. O envolvimento com a Psicologia Social foi inevitável, já na faculdade.

Sem mencionar os trabalhos voluntários realizados em instituições que atendiam crianças e adolescentes, eu fiz estágio em uma comunidade da periferia da capital paulista onde, por um ano, desenvolvemos um projeto com os líderes da comunidade a fim de pensarmos em atividades que pudessem unir mais os moradores de forma que pudessem ter autonomia para levarem os projetos que haviam ficado de lado.

Dentre as necessidades elencadas por eles, além da promoção de autonomia dos envolvidos, estavam também trabalhos com os idosos da comunidade, com as crianças e adolescentes, mulheres, dentre outros.  Foram, então, desenvolvidos dois projetos em paralelo: um voltado para os adultos (rodas de conversas) e outro para crianças (oficinas de teatro e circo). O objetivo era trabalhar com a união de todos. Dos resultados, ao final de um ano, percebemos que a partir das crianças, foi possível agregar mais os adultos. Eles se uniram mais e houve uma troca visível, pois as crianças são menos competitivas que os adultos, se auxiliando bem mais umas às outras.

Além desse trabalho, eu também trabalhei em uma instituição de mulheres idosas. Lá, realizamos oficinas de criatividade (ou oficinas terapêuticas). A demanda inicial era que elas estavam em situação de vulnerabilidade, passavam muito tempo sozinhas, recebiam poucas visitas de familiares e não se comunicavam. A cada encontro com elas (toda semana, uma vez por semana), realizávamos oficinas que pudessem desenvolver esse potencial de interação entre elas. O clima da casa mudou, envolvendo inclusive os funcionários da instituição. Trabalhamos com a arte a fim de que, a partir dela, pudéssemos fazer com que expressassem suas emoções, ou aquilo que, por algum motivo, não conseguissem falar. As oficinas de criatividade são terapêuticas justamente por isso: ajuda a tornar consciente o que está oculto ou reprimido. Um aspecto inevitavelmente presente nesse contexto foi a temática da finitude. Falamos durante muito tempo sobre a morte, as perdas, o luto.

Também trabalhei em uma instituição psiquiátrica em São Paulo/SP, onde lá também realizávamos oficinas na ala das mulheres adultas (que estavam em tratamento de transtornos ou pelo uso abusivo de drogas), e também passei pela ala dos crônicos, aqueles idosos que estavam cronicificados, vindos dos antigos manicômios. Foram experiências extremamente importantes, em que pudemos desenvolver atividades terapêuticas e, nesse caso, com o foco mais no entretenimento e distração, visto que, na maioria das vezes, tínhamos que desenvolver nossos trabalhos com eles medicados. Por diversas vezes, os encontramos lá muito debilitados e sem muita lucidez, devido ao excesso de medicamento no organismo.

Psicóloga em Foz do Iguaçu

Virei Psicóloga em Foz do Iguaçu quando me mudei para a cidade, em 2018. Como todo início, não foi um processo fácil. Trabalhei com estratégias de divulgação, usando o conhecimento que tenho da área de Jornalismo.

Dessa forma, iniciei a apresentação do programa Elas por Elas, cujo foco é o empoderamento feminino, abrangendo aspectos também do empreendedorismo. Assim, pude divulgar um pouco meu trabalho enquanto psicóloga em Foz do Iguaçu, trabalhando com temáticas pertinentes ao foco do programa.

Trouxe uma franquia de recursos humanos para Foz do iguaçu (RHF Talentos) e fui em busca de clientes por meio de algumas parcerias.

Além disso, investi em palestras sobre Comunicação Assertiva, Competência Social e Treino de Habilidades Sociais, considerando minha expertise na área de Comunicação.

Conheça alguns dos meus artigos de Psicologia neste blog, clicando aqui.

Pontos fortes da Psicóloga

Os pontos fortes da Psicóloga em Foz do Iguaçu foram abordados em um dos artigos deste site (contendo também dicas para você também descobrir os seus), que você pode acompanhar, clicando aqui.

Em resumo, os meus principais pontos fortes, e que colaboraram com a minha ascensão como psicóloga em Foz do Iguaçu são:

1- Comunicabilidade analítica.

Analisar sempre foi o que mais fazia em meu tempo livre, comunicando ou não. Dentro disso, a escrita é uma atividade bem marcada na minha biografia, com grandes destaques, seguida pela comunicação oral.

2- Intelecção.

Alta concentração de foco na intelectualidade (busca pelo conhecimento).

3- Criatividade.

Facilidade por descobrir conexões em locais que ninguém nunca pensou. A criação de ideias e pensamentos é uma característica facilmente detectada.

4- Taquipsiquismo.

Rapidez de pensamento e conexão de ideias.

5- Associação de ideias.

Facilidade com a associação de ideias, o que ajuda muito na analiticidade.

Breve Biografia

Antes de chegar em Foz do Iguaçu e me tornar psicóloga, gostaria de deixar registrada minha breve biografia.

  • Nasci em 15 de agosto de 1988, em Guaratinguetá/SP, onde passei toda minha infância e adolescência.
  • Fui a primogênita, numa família prioritariamente de mulheres. Além de mim, tenho uma irmã 6 anos mais nova. Sempre fui uma criança introspectiva, brincando prioritariamente só até o nascimento da minha irmã, muito desejada.
  • Minha paixão pela escrita começou cedo. Aos 9, já estava ganhando concursos de redação. E aos 11, já tinha escrito mais de 300 poemas. Gostava muito de escrever desde que aprendi.
  • Era muito ligada à música, participando de concursos de canto e dança na escola.
  • Descobri a dança com 13 anos de idade, e esta me acompanhou por longos 12 anos.
  • Desde muito nova, pensava em um dia escrever a minha própria autobiografia.
  • Embora sempre tomasse a linha de frente das apresentações na escola, sempre fui uma pessoa retraída, demorava para me soltar, e me sentia mais à vontade entre amigos.
  • No colegial, fui “apresentada” ao Nietzsche pela primeira vez, por meio de um professor de filosofia pelo qual desde o início teve imensa admiração e que, mais tarde, vi o quanto suas ideias me influenciaram por um bom tempo, até depois de formada na primeira faculdade. Na ocasião, este professor falou em aula sobre o livro “Assim falou Zaratustra”, que, por algum motivo, me vi levada a ler.
  • Por influência desse mesmo professor, passei a gostar muito de Filosofia, e a me dar muito bem nessa disciplina, posteriormente na faculdade.
  • Sempre priorizei os estudos.
  • Por priorizar os estudos e as descobertas de novos conhecimentos, conheci a Conscienciologia em 2013, enquanto cursava o primeiro semestre de Psicologia.
  • Foi a Conscienciologia a responsável por me fazer querer me mudar para Foz do Iguaçu em 2018, já depois da última formação, e então me tornar uma psicóloga em Foz do Iguaçu.

Psicóloga em Foz do Iguaçu Michelly Ribeiro

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